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Pouso Alegre confirma mais dois óbitos e vai a 56 mortes por Covid-19

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Boletim divulgado hoje se refere aos número de ontem e não informa detalhes sobre as vítimas da infecção. Apesar de ter encerrado a última sexta com o maior número absoluto de novas infecções, município inicia semana com queda importante em internações de UTI ocasionadas pela infecção

A prefeitura de Pouso Alegre confirmou no início da tarde desta terça-feira, 22, mais duas mortes por Covid-19. O município acumula, agora, 56 óbitos provocados pela doença. Como tem se tornado hábito, o boletim se refere ao dia anterior e não traz maiores informações sobre as vítimas da infecção.

Ainda no informe divulgado hoje, o município chegou a 2.606 infecções acumuladas na pandemia, 56 a mais que o informado no último boletim. Desse montante, há 2.299 pessoas recuperadas (88,22% dos infectados) e 251 em acompanhamento.

Mesmo o município tendo atingido na última sexta-feira o maior número absoluto de novas infecções ao longo de uma semana (303), a semana começa com uma queda importante nas internações em UTI ocasionadas pela doença, o percentual de ocupação desses leitos passou de 60,60% para 36,36%.

Confira os números no informe epidemiológico:

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Brasil

Novo auxílio emergencial poderá ser pago a partir de março: 4 parcelas de R$ 250

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Novo auxílio emergencial de R$ 250 pode começar a ser pago em março | Imagem: Agência Senado

O governo federal e o Congresso estão prestes a chegar a um consenso quanto à volta do auxílio emergencial. O benefício pode ser pago a partir de março, em quatro parcelas de R$ 250.

O valor deve ser pago a todas as famílias que têm direito ao Bolsa-Família e a cerca de 11 milhões de informais, o público que estaria precisando da renda emergencial, segundo projeções do governo.

A nova leva de benefícios para ajudar as pessoas a enfrentarem a crise desencadeada pela pandemia de coronavírus deve ter um custo total de R$ 30 bilhões e virá acompanhada de medidas de ajustes fiscais.

O valor de R$ 250 seria o meio termo entre o que propõe os técnicos do Ministério da Economia (R$ 200) e o defendido por lideranças do Congresso (R$ 300)

Na saída de um almoço com o ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reafirmou a possibilidade das quatro parcelas:

“Nossa expectativa é de que possamos ter nos meses de março, abril, maio e, eventualmente, no quarto mês, de junho, o auxílio emergencial. Essa é a nossa expectativa, é nosso desejo”, projetou.

O mesmo foi repetido a jornalistas pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (11): “Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”.

De seu lado, Paulo Guedes acena para a aprovação de propostas de ajustes fiscais pelo congresso como contrapartida à liberação da nova rodada de auxílios: “Estamos todos na mesma luta: auxílio emergencial o mais rápido possível e as reformas, particularmente a do marco fiscal, que garante que vamos enfrentar essa guerra sem comprometer futuras gerações”, considerou.

PEC com cláusula de calamidade

Para aprovar o novo auxílio emergencial, o que a área econômica do governo Bolsonaro e o Congresso estão articulando é a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com uma cláusula de calamidade, que permitiria ao governo adotar medidas de cortes excepcionais, como a redução da jornada de trabalho de servidores e cortes de salários.

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Brasil

Pacheco diz não ver crime de responsabilidade de Bolsonaro

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Rodrigo Pacheco (DEM-MG) disputa presidência do Senado com Simone Tebet (MDB-MS) - Imagem: Roque de Sá/Agência Senado

Político mineiro disputa com Simone Tebet a preferência dos deputados para a presidência do Senado e pode se tornar jogador importante em um possível processo de impeachment de Bolsonaro

O senador por Minas Gerais Rodrigo Pacheco (DEM) afirmou nesta quinta-feira, 21, em entrevista ao Uol que não vê crime de responsabilidade do governo Bolsonaro que “suscite a necessidade do pedido de impeachment”.

“Não consigo depreender desses fatos [gestão do governo durante a pandemia] um crime de responsabilidade que suscite a necessidade do pedido de impeachment”, disse o político ao portal de notícias na entrevista comandada pelos jornalistas Tales Faria e Natália Lazaro.

Pacheco é candidato à presidência do Senado e conta com apoios antagônicos para a disputa. Tanto o governo federal quanto parte da oposição apoiam formalmente sua candidatura.

Ele conta ainda com o apoio do atual presidente da Casa, David Alcolumbre (DEM-AP). Isso faz dele o favorito a vencer a disputa marcada para fevereiro.

Simone Tebet (MDB-MS) corre por fora na disputa, mas tem em seu partido o apoio da maior bancada do Senado.

Crise no Amazonas e atraso na vacinação recolocam impeachment à mesa

A crise da falta de oxigênio em Manaus e os sucessivos atrasos no cronograma de vacinação contra a Covid-19 fez as discussões em torno do impeachment retornar aos bastidores da política nacional. Mesmo os chamados partidos do Centrão deixaram de ver o impeachment como totalmente improvável, reportou esta semana o jornalista Igor Gielow, repórter especial da Folha de São Paulo.

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Educação

Simões assina decreto que autoriza retorno das aulas presenciais em Pouso Alegre

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Reprodução: ®Rede Moinho 24

Decreto prevê retorno para fevereiro, mas não precisa data. Há ainda previsão da volta às aulas em forma de revezamento, ponto que o decreto também não detalha

 

O prefeito Rafael Simões (DEM) assinou nesta quarta-feira, 13, um decreto que autoriza o retorno das aulas presenciais em Pouso Alegre a partir do mês de fevereiro. O decreto 5.233 não estipula uma data exata e traz ainda as exigências que deveram ser cumpridas por escolar públicas e privadas no retorno das atividades.

Segundo o texto do decreto, as instituições de ensino deverão garantir:

  • distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as carteiras;
  • manutenção do ensino remoto em caráter complementar ou alternativo;
  • protocolo sanitário de retorno às atividades presenciais previamente aprovado pela Vigilância Sanitária Municipal

 

> Confira a íntegra do decreto 5.233

 

Ainda de acordo com o decreto, o retorno às atividades escolares deve acontecer gradualmente e em sistema de revezamento a fim de evitar aglomerações. O texto, no entanto, não deixa claro como e em que medida ocorrerá esse revezamento.

Também segundo o decreto, alunos e responsáveis terão autonomia para decidir se participam ou não das atividades presenciais. Mais uma vez, porém, o decreto não esclarece os termos da adesão.

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