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Minas

Mais de 70% das internações por Covid em Minas são de não vacinados

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Paciente hospitalizado no HCSL por Covid-19 em 2021 | Arquivo/reprodução

Apenas 8% da população mineira acima de 12 anos não se vacinou, ainda assim, esse público representa 74% das internações em UTIs e 78% das internações em leitos clínicos 

Dados compilados do SUS pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, a SES-MG, apontam que mais de 70% das internações por Covid-19 no estado são de pessoas que não se vacinaram, considerando pessoas que tomaram apenas a 1ª dose, esse número supera 80%. As informações são do jornal Estado de Minas.

De acordo com a publicação, 74% dos internados em UTI são não vacinados, mesmo perfil de 78,2% dos que estão recebendo atendimento em enfermarias.

Os dados demonstram a importância da vacinação para barrar os casos graves da doença que resultam em internações. Vale lembrar que 92,09% dos mineiros, acima de 12 anos, tomaram a 1º dose da vacina e 86,87% tomaram a segunda. Já os não vacinados são menos de 8% da população no estado, ainda assim, de cada 10 internações provocadas pela Covid, mais de 7 são deste segmento.

Os dados foram extraídos na quarta-feira, 19, pela SES-MG do Sivep-Gripe, que concentra informações enviadas pelos municípios. As informações elencam a situação vacinal de 437 pacientes internados em leitos SUS de UTI COVID-19 e 2.236 pacientes internados em leitos de enfermaria. Confira:

Internados em UTI
Não se vacinou Vacinou-se com a 1ª dose Vacinou-se com 2 doses
324 (74,1%) 26 (5,97%) 87 (19,9%)

 

Internados em enfermaria
Não se vacinou Vacinou-se com a 1ª dose Vacinou-se com 2 doses
1750 (78,26%) 144 (6,44%) 324 (14,49%)

 


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Minas

DATATEMPO: Zema perde dois pontos, mas ainda venceria no primeiro turno

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Nova pesquisa DATATEMPO, divulgada na noite desta terça-feira, 10, mostra que o governador Romeu Zema (Novo) segue na liderança folgada da corrida eleitoral de 2022 para o Palácio da Liberdade.

No levantamento estimulado, quando são apresentados os nomes dos possíveis candidatos para os entrevistados, Zema aparece com 43,5% dos votos, contra 22,8% do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD). Eles são seguidos de Carlos Viana (PL), 4,2%, Renata Regina (PCB), 3,6%, Miguel Corrêa (PDT), 2,1%.

Os que não souberam responder somaram 13,1%, enquanto outros 10,6% afirmam que vão votar em branco ou nulo.

Na pesquisa anterior do DATATEMPO, feita em novembro, Zema tinha 45,7%. Os 2,2 pontos perdidos estão praticamente dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,19%. Já Kalil se manteve praticamente estável no mesmo período, oscilando de 22,9% para 22,8%.

Se fossem considerados os votos válidos, que é aquele considerado pela Justiça Eleitoral, quando são excluídos brancos e nulos, Zema teria 57,1% contra 29,8% de Kalil, vencendo o pleito no primeiro turno.

Pesquisa estimulada:

  • Romeu Zema (Novo): 43,5%
  • Alexandre Kalil (PSD): 22,8%
  • Carlos Viana (PL): 4,2%
  • Renata Regina (PCB): 3,6%
  • Miguel Corrêa (PDT): 2,1%

Espontânea

Quando os entrevistados são perguntados sobre o voto sem que lhes sejam apresentados nomes, no chamado levantamento espontâneo, Zema aparece com 19,5%.

O desempenho é o pior já registrado pelo mandatário desde julho do ano passado e representa uma queda de 10,9% na comparação com novembro do ano passado, quando o político registrava 30,4% das intenções de voto.

Com Kalil, o movimento foi o inverso. Ele registrava 4,6% em novembro, agora, chegou a 8,2%.

A queda brusca de Zema na espontânea coincide com o período mais turbulento de seu governo, quando ele teve que lidar com greves da segurança pública, educação e saúde, se envolveu em tensos embates com a Assembleia de Minas e polêmicas em torno da mineração na Serra do Curral.

Segundo turno

Na projeção para o segundo turno, Zema vence seus oponentes nos dois cenários testados: 49,8% contra 32,7% de Kalil e 57,75% contra 17,8% de Carlos Viana. Num terceiro cenário testado, entre Viana e Kalil, o ex-prefeito da capital mineira venceria por 44,22% contra 21,8%.

A pesquisa foi realizada com 2 mil entrevistas presenciais, entre os dias 30 de abril e 5 de maio. A margem de erro é de 2,19% e o seu intervalo de confiança é de 95%. Ela foi registrada sob os números: TSE BR-00720/2022 TRE-MG MG-01720/2022.


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Minas

PSDB pode retirar apoio a Zema e lançar chapa própria ao governo de Minas

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Partido pode lançar Marcus Pestana para governador e Paulo Brant para senador | Foto: divulgação

Atualmente na base de apoio de Romeu Zema (Novo), o PSDB pode optar por lançar chapa própria ao governo de Minas. A candidatura ao governo estadual, ocupado por 16 anos no pós-democratização pela legenda, deve ser encabeçada pelo ex-deputado Marcus Pestana, um dos quadros mais tradicionais do partido em Minas.

Foi o próprio político que revelou ao jornal ‘O Tempo’ a decisão da legenda. “Está decidido que vamos lançar uma chapa. Até o final de maio, nós vamos conversar com os aliados. Os dois nomes que fariam parte da chapa sou eu e o vice-governador Paulo Brant. Um como governador, outro como senador”, declarou Pestana ao jornal.

A definição pela candidatura própria teria sido definida em um encontro em Brasília, que reuniu a bancada mineira na capital federal e o pré-candidato do partido à Presidência da República, João Dória.

O mais provável, caso o partido de fato opte pela candidatura própria, é que a sigla lance Pestana para o governo e Paulo Brant, o atual vice-governador, para o senado. A configuração exata, porém, depende de negociações a serem feitas com outras siglas.

A coordenação da chapa será conduzida pelo presidente do PSDB em Minas, Paulo Abi-Ackel. Caberá a ele aglutinar mais partidos para o projeto. Na mira da articulação tucana estão legendas como o União Brasil, PDT, Avante e Podemos.

Caso a candidatura se consolide, os tucanos também terão em suas fileiras o Cidadania, junto do qual formaram uma federação partidária.

Ruptura

O novo posicionamento do PSDB reflete a dificuldade que o governador Romeu Zema tem tido em fechar apoio em torno de sua candidatura, apesar de as pesquisas apontá-lo como franco favorito nas eleições deste ano, estando com sua reeleição encaminhada.

Os constantes conflitos com a Assembleia e a resistência de Zema e de seu partido, o Novo, em selar acordos políticos pesam contra articulação da campanha do governador. A possibilidade de ter seu vice como adversário na corrida eleitoral poderá ser o símbolo maior da ausência de traquejo político do atual mandatário.


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Minas

Não vai pagar: governo Zema diz não ter orçamento para arcar com reajuste ampliado

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O governador Romeu Zema (Novo) | Foto: Gil Leonard/Imprensa MG

O governo Zema (Novo) divulgou nota na noite desta segunda-feira, 18, reafirmando que vai à Justiça contra o reajuste ampliado aprovado pela Assembleia de Minas e que não tem previsão orçamentária para pagar os valores estipulados pelos deputados.

A declaração ocorreu horas depois de os parlamentares estaduais promulgarem o texto que concedeu reajuste maior para servidores da educação (+33,24%), saúde (+14%) e segurança (+14%).

De acordo com o governo Zema, será pago aos servidores apenas o reajuste de 10,06%, conforme previa o projeto original enviado pelo governo à Assembleia.

Confira a íntegra da nota divulgada pelo governo de Minas:

O Governo de Minas, por meio da Advocacia-Geral do Estado (AGE), reafirma que vai recorrer à Justiça contra a promulgação dos artigos 10 e 11 do texto que trata sobre o reajuste salarial dos servidores de Minas Gerais.

Em respeito à responsabilidade fiscal e à legalidade, o governo reforça que não tem previsão orçamentária para arcar com os gastos extras indicados pelos artigos 10 e 11 do texto, que criam uma despesa adicional de R$ 9 bilhões ao estado, sem indicar a fonte de recursos pagadora.

Na atual gestão, todos os servidores ativos e inativos e os pensionistas de Minas Gerais têm merecido valorização por parte dos Poderes e órgãos estatais, na medida das possibilidades legais, fiscais e conjunturais.

Vale destacar que o reajuste salarial de 10,06% para todos servidores públicos estaduais foi sancionado no dia 4 de abril de 2022 e começará a ser pago em maio. Além disso, houve a ampliação do abono fardamento e do auxílio vestimenta, que será pago em quatro parcelas de cerca de R$ 2 mil para os servidores das Forças de Segurança, também a partir de maio. Esses pagamentos independem de eventuais decisões do Poder Judiciário.


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