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Economia

Trabalhador gasta quase metade do salário mínimo para se alimentar em Pouso Alegre

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Valor da cesta básica em Pouso Alegre é 9,2% mais alto que a de Varginha, mas é superada pelo valor das cestas de São Lourenço e Três Pontas, outras três cidades pesquisadas

Uma única pessoa adulta em Pouso Alegre gasta R$ 505,24 por mês apenas para comprar os produtos da cesta básica de alimentos para o seu sustento. Dados são do Departamento de Pesquisa do Grupo Unis

Se você tem a impressão que o custo de vida em Pouso Alegre é elevado, a partir de agora você terá um dado acadêmico para usar como referência: o levantamento mensal do índice da cesta básica na cidade, realizado pelo Departamento de Pesquisa do Grupo Educacional Unis.

De acordo com esses dados, você não deixa de ter razão: um único adulto em Pouso Alegre gasta R$ 505,24 por mês apenas para a compra de alimentos básicos para o seu sustento. O montante equivale a 49,92% do salário mínimo.

Os pesquisadores da Unis também calcularam o tempo de trabalho necessário para quem ganha um salário mínimo obter os produtos da cesta: 101 horas e 03 minutos por mês. É isso aí, mais de duas semanas de labuta para se alimentar.

Como este foi o primeiro levantamento, ainda há série histórica para comparação de preços. Mas, a partir do próximo mês, o índice trará a variação da inflação da cesta básica na cidade.

> Confira aqui íntegra da pesquisa

Em março, Varginha tem a cesta básica mais barata das cidades apuradas

Além de Pouso Alegre, a Unis realiza o levantamento em outras três cidades da região: São Lourenço, Três Pontas e Varginha. Os valores da cesta básica para o mês de março já foi divulgado para duas delas. Em Varginha, o valor verificado foi de R$462,67; em São Lourenço, foi de R$536,24. O último valor verificado em Três Pontas é do mês de fevereiro: R$514,75.

De acordo com os pesquisadores, os produtos pesquisados são os mesmos que compõem a cesta nacional do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e nas quantidades indicadas para a Região 1, que inclui os estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.

Os produtos pesquisados são os seguintes: carne bovina, leite integral, feijão carioquinha, arroz, farinha de trigo, batata, legumes (tomate), pão francês, café em pó, frutas (banana), açúcar refinado, óleo de soja e manteiga.

De acordo com o DIEESE, as quantidades de cada produto nessa cesta consistem no suficiente para o sustento e bem estar de um trabalhador em idade adulta, contendo quantidades balanceadas de proteínas, calorias, ferro, cálcio e fósforo. Ou seja, o valor da cesta básica divulgada refere-se ao necessário para o sustento de uma única pessoa adulta.

Economia

Multinacional chinesa anuncia investimento de R$ 90 milhões e 300 empregos para Pouso Alegre

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YOFC, empresa que produz fibra óptica, anunciou o investimento na manhã desta terça-feira, na Prefeitura de Pouso Alegre. Planta fabril será instalada no distrito industrial e começa a operar no próximo ano

Pouso Alegre é o destino de mais uma multinacional chinesa. A YOFC, fabricante de fibra óptica, cabos e soluções integradas, vai instalar uma planta fabril no distrito industrial da cidade. O investimento inicial será de R$ 75 milhões, com geração de 120 empregos.

A empresa começa a operar já em 2023, quando espera faturar R$ 300 milhões. Ao final do plano de investimentos, entre os anos de 2025 e 2026, o aporte total será de cerca de R$ 90 milhões e 300 empregos diretor terão sido gerados.

O anúncio ocorreu na manhã desta terça-feira, 30, em uma coletiva de imprensa, na antessala do gabinete do prefeito Rafael Simões (DEM). O político ressaltou o trabalho estratégico do município para atrair empresas capazes de agregar valor à cidade, com contratação de mão de obra qualificada e salários acima da média.

“É todo um conjunto agregado que vem do esforço da nossa secretaria de Desenvolvimento Econômico, do nosso Planejamento, comigo, trabalhando essas empresas que mostram interesse de vir para Pouso Alegre”, aponta o político.

Para se instalar em Pouso Alegre a YOFC vai contar com isenção de ISS sobre a construção de sua planta, IPTU e isenção do governo estadual.

Estrutura educacional, saúde e segurança contaram a favor de Pouso Alegre

O CEO da YOFC, Reinaldo Jeronymo, apontou a infraestrutura, localização geográfica e os serviços de educação e saúde como determinantes na escolha da empresa por Pouso Alegre. “Nós estávamos procurando alguma coisa em que a parte de educação fosse forte, tanto a parte básica, que é para os funcionários, mas também como universidades, etc, que nós vamos precisar… a parte de saúde, para vincular as pessoas na cidade, a parte de infraestrutura, logística. E me chamou a atenção que Pouso Alegre tinha tudo isso daí”, disse o administrador durante a coletiva.

Planta da YOFC em Pouso Alegre mira na América Latina

Assim como a XCMG, a YOFC segue o receituário chinês para expansão na América Latina. A partir de Pouso Alegre, além de se consolidar no mercado nacional brasileiro, a empresa espera ter um ponto estratégico para acessar o mercado latino.

A Yangtze Optcal and Cable Joint Stock Company (YOFC) está cotada nas bolsas de Hong Kong e Shangai e é fornecedora líder global de pré-formas de fibra óptica, fibras e cabos ópticos, mas produz outros itens de tecnologia. A companhia está presente em mais de 70 países.


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Economia

Comércio faz mutirão para consumidores ‘limparem o nome’ em Pouso Alegre

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Imagem ilustrativa | Divulgação/ Acipa

Começou nesta segunda, 29, em Pouso Alegre mais um mutirão do comércio local para ajudar os consumidores a renegociar dívidas, limpar o nome e voltar a ter crédito na praça.

A campanha “Acertando as Contas” é fruto de uma parceria da Associação do Comércio e Indústria, a Acipa, com a Boa Vista SCPC.

De hoje até 3 de dezembro, das 8h às 18h, consumidores podem se dirigir à sede da Acipa, no centro da cidade, para consultar, gratuitamente, se há dividas em seu CPF no cadastro da SCPC. No passo seguinte, a associação encaminha o consumidor “para a renegociação diretamente no estabelecimento do credor participante, munido de um cupom que deverá ser apresentado para obter condições especiais a fim de quitar as dívidas”, explica o informe da Acipa.

Quarto ano da campanha

“Pelo quarto ano, a associação participa da ação que sempre tem resultados positivos e que beneficia consumidores e empresas”, observa o presidente da Acipa, Ibrahim Elias Kallás.

 


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Economia

Acipa estima aumento de mais de 12% nas vendas da Black Friday em Pouso Alegre

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Black Friday de 2018 em Pouso Alegre, quando pandemia ainda era coisa de cinema de ficção científica | Imagem: arquivo/R24

A próxima sexta-feira, 26, será dia de queima de estoque no comércio local. A Black Friday 2021 chega cercada de expectativas num período em que o Brasil tenta retomar sua atividade econômica, deixando para trás a fase mais aguda da pandemia. Em Pouso Alegre, a Associação do Comércio e Indústria, a Acipa, acredita que as vendas possam avançar até 12,4% na comparação com 2020.

A projeção se baseia em uma pesquisa feita junto a comerciantes locais, que estimaram o crescimento de suas vendas na Black Friday.

O presidente da Acipa, Ibrahim Elias Kallás avalia que esta é uma grande oportunidade de atrair consumidores, renovar o estoque e expor produtos. “Espera-se um desempenho positivo para a Black Friday deste ano, diante da maior flexibilização das atividades econômicas e pessoas mais dispostas a comprar e fazer bons negócios. Em Pouso Alegre, as empresas já planejam as melhores ofertas e descontos nos serviços e produtos”.

Quase um terço dos lojistas planejaram ações especiais para a Black Friday

A Black Friday foi originalmente criada nos EUA, mas pouco a pouco, entra para o calendário dos lojistas brasileiros. Levantamento da Fercomércio-MG, aponta que 29,9% das lojas de varejo de Minas programaram ações especiais para a data.

As principais campanhas para o período ocorrerão nos segmentos de móveis e eletrodomésticos (81,0%); equipamentos e materiais para escritório, informática e de comunicação (75,0%); tecidos, vestuário e calçados (67,0%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (61,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (59,5%).

O economista-chefe da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, pontua que a Black Friday abriu novas possibilidades de negócios para o comércio varejista, em especial nos canais digitais. “O período movimenta uma série de atividades e proporciona a integração dos ambientes físicos e on-line. Não à toa, neste ano, 11,2% dos empresários pretendem realizar vendas on-line para a data, o que requer atenção especial aos canais de atendimento”, explica.

 

Com informações da Acipa e Fercomércio-MG

 


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