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Política

Cancelado ponto facultativo e proibido carnaval em Pouso Alegre

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Vereadores aprovam projeto de lei que proibe carnaval e cancela ponto facultativo em Pouso Alegre | Foto: R24

Os vereadores aprovaram por unanimidade e em única votação, na noite desta terça, 02, o projeto de lei da prefeitura que proíbe as festas de carnaval e cancela o ponto facultativo para os serviços públicos municipais em Pouso Alegre.

A proposta enviada pelo prefeito Rafael Simões (DEM) estende ao município a medida já adotada pelo governo de Minas.

O projeto recebeu voto favorável de todos os vereadores. e segue agora para sação do chefe do Executivo.

Cancelamento do ponto facultativo
O projeto de lei cancela o ponto facultativo para o serviço público municipal previsto para os dias 15, 16 e 17 de fevereiro. De acordo com a prefeitura, as “medidas necessárias para desestimular a ocorrência de eventos que
<span;>possam interferir negativamente no combate à pandemia”.

Proibição de qualquer evento de carnaval
Pelo texto do projeto ficariam proibidas: “a realização de eventos em ruas, casas de festas, bares, clubes, restaurantes, chácaras, sítios e locais similares, bem como a realização de quaisquer festas, blocos carnavalescos ou eventos de pré-carnaval, em ambientes abertos ou fechados, promovidos por iniciativa pública ou particular”.

Quem desobedecer as regras, pode ter o estabelecimento fechado de forma compulsória.

Confira a íntegra do projeto de lei: PROJETO DE LEI 1.132

Política

Prefeitura rescinde contrato e repassa obras da Adolfo Olinto a nova empresa

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Obras na Adolfo Olinto entrarão em sua segunda etapa | Imagem: Ascom/PMPA

A empresa RX assumirá a segunda parte da intervenção que viveu às voltas com atrasos e trechos refeitos. A obra pretende dar ares de ‘shopping a céu aberto’ e melhorar a mobilidade do trecho da Adolfo Olinto ocupado por lojas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais

Após uma série de atrasos e trechos de obras refeitas, a Prefeitura de Pouso Alegre anunciou nesta quarta-feira, 12, que rescindiu o contrato com a empresa que executava as obras de requalificação da Rua Adolfo Olinto, a Infraconn.

A empresa RX assumirá a segunda parte da intervenção que pretende dar ares de shopping a céu aberto ao trecho da Adolfo Olinto ocupado por lojas, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais.

O que começou como um incentivo ao comércio virou motivo de críticas do setor. No informe que distribui à imprensa, a administração municipal admitiu os problemas.

“A Prefeitura de Pouso Alegre está ciente de que houve transtornos na execução da primeira fase e está tomando todas as precauções para que não se repitam”, registra.

Segunda etapa das obras

Durante a execução da segunda fase da requalificação da via algumas ruas no entorno poderão ter o trânsito interrompido, diz a Prefeitura. Já o primeiro trecho continuará liberado para trânsito de veículos e pedestres.

O projeto na Rua Adolfo Olinto prevê alargamento de calçadas, nivelamento do piso da via (de modo a torná-la plenamente acessível), instalação de pequenas praças de convivência ao longo da rua com mobiliário urbano, paisagismo e iluminação.

O município não deu previsão para conclusão da obra, mas disse que trabalha para que ela se dê no prazo mais breve possível.

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Política

Bruno Dias cita ‘assédio’ e pedidos ‘pouco republicanos’ na Câmara de Pouso Alegre

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Sem citar nomes, presidente da Câmara de Pouso Alegre se referiu a servidoras sendo destratadas “sob as formas de gracejo ou de assédio” e a pedidos “pouco republicanos à Presidência [da Câmara]” durante discussão de projeto.

Em meio às discussões da proposta que tornou o ensino atividade essencial e da doação de terreno para a Polícia Militar construir o Colégio Tiradentes em Pouso Alegre, o presidente da Câmara, Bruno Dias (DEM), fez uma grave citação na última quinta-feira, 06. Sem citar nomes ele fez uma referência à ocorrência de assédio direcionado às servidoras da Casa e a supostos pedidos ‘pouco republicanos’ à Presidência.

O político fazia a defesa de que haveria sim um ambiente democrático na Casa após o vereador Hélio da Van (MDB) sugerir que manobras da Presidência teriam impedido que ambientalistas e educadores acompanhassem a votação de projetos de seus interesses no início da semana.

“Eu vou continuar o meu voto aqui hoje de protesto principalmente pela falta de democracia… da ditadura que teve aqui, principalmente na terça-feira da votação”, criticou o vereador Hélio.

Ao rebater a fala do parlamentar Bruno Dias afirmou: “o que envergonha é quando a gente tem solicitações pouco republicanas à Presidência. O que envergonha essa Casa é quando a gente tem destrato com as nossas servidoras, sob as formas de gracejo ou de assédio”.

O R24 questionou a Presidência da Câmara quanto às afirmações de Bruno Dias. A quem se referia o presidente quando fez essas afirmações? Quais solicitações não republicanas foram feitas? De que forma se daria exatamente o destrato e até mesmo o assédio a servidoras da Câmara? Quais providências foram adotadas a respeito dos graves fatos narrados? A corregedoria da Câmara foi informada a respeito?

A resposta veio na forma de uma nota lacônica. “Em seu pronunciamento, o Presidente quis dizer que situações como essas, se ocorridas, é que trariam vergonha à Câmara, e não a divergência de opiniões sobre os projetos em tramitação”.

Confira o momento em que o presidente da Câmara faz as afirmações:

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Educação

Professores mineiros começarão a ser vacinados em junho, diz secretário estadual

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Em coletiva na manhã desta sexta, Baccheretti estimou que vacinação de professores começa em junho | Foto: Agência Minas

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, afirmou na manhã desta sexta-feira, 07, em entrevista coletiva, que os professores mineiros devem começar a ser vacinados contra Covid-19 em junho.

“O governador [Romeu Zema (Novo)] solicitou ao governo Federal uma tentativa de os professores serem adiantados na vacinação pela necessidade da volta às aulas. Mas a expectativa do PNI [Plano Nacional de Imunização] é que em junho os professores comecem a ser vacinados”, projetou.

Aulas presenciais suspensas

A vacinação da categoria é uma das condições dos sindicatos que representam esses profissionais para a retomada das aulas presenciais, que, por enquanto, ocorrem de forma remota nas redes municipal e estadual.

Em ambas as esferas de ensino, há decisões do TJMG, que atendem a pedidos dos sindicatos, impedindo o retorno às atividades presenciais.

Mais cedo, o prefeito Rafael Simões (DEM) publicou um vídeo fazendo duras críticas ao Sipromag, sindicato que representa os profissionais da educação no município e que foi autor da ação que culminou na proibição das aulas presenciais na cidade. Ele afirmou que vai recorrer da decisão da corte.

Ritmo de vacinação

Em Minas Gerais e em Pouso Alegre, a vacinação contra a Covid-19 começou pelos profissionais da saúde e idosos com idade mais elevada e teve a inclusão de forças de segurança (PM, Corpo de Bombeiros e Exército) nas últimas semanas.

Nos próximos dias, deve ter início a vacinação de idosos a partir de 60 anos, grávidas, mulheres que acabaram de dar à luz,  além de pessoas com comorbidades e deficiências severas permanentes.

Até a quarta-feira, 05, data do último boletim, Pouso Alegre havia recebido 48.897 doses de vacina, das quais 43.931 foram aplicadas.

27.882 foram utilizadas em primeiras aplicações e outras 16.049 foram utilizadas para a segunda dose – lembrando que a imunização só se completa com duas doses das vacina. Em termos percentuais, 18,2% da população pouso-alegrense recebeu a primeira dose da vacina e 10,52% a segunda.

No início da semana, a Prefeitura alertou que não possui mais doses de CoronaVac para aplicação da última dose naquelas pessoas que receberam a dose inicial do imunizante. Desde então, apenas 250 doses desta vacina foram enviadas para o município e não há previsão de novas remessas até o momento.

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