Zema tem 57% dos votos válidos e pode vencer no 1° turno, diz Datafolha

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Zema tem 57% dos votos válidos e pode vencer no 1° turno, diz Datafolha

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Romeu Zema tem 57% dos votos válidos e pode ser reeleito para o governo de Minas no 1° turno. É o que aponta pesquisa de intenção de votos divulgada na noite desta quinta-feira, 29, pelo Datafolha.

Na segunda colocação, segue o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), com 34%. Na comparação com a pesquisa feita na semana passada, Zema oscilou 1 ponto percentual para baixo e Kalil 1 ponto para cima. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os votos válidos são aqueles dados a um dos candidatos. Nesta conta, que é utilizada pela Justiça Eleitoral para totalização dos votos, votos brancos e nulos são excluídos.

Confira os percetuais de intenção de votos dos candidatos ao governo de Minas, segundo o Datafolha:

Renata Regina (PCB): 1%
Vanessa Portugal (PSTU): 1%
Marcus Pestana (PSDB): 1%
Cabo Tristão (PMB): 1%
Indecisos: 7%
Brancos e nulos: 6%

Sobre a pesquisa

Para chegar aos números divulgados, o Datafolha ouviu 1,5 mil eleitores em 81 municípios de Minas Gerais entre os dias 27 e 29 de setembro. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número 09084/2022.


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Minas

Moraes dá cinco dias para Zema explicar liberação de alunos sem vacina nas escolas

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O ministro Alexandre de Moraes e o governador Romeu Zema | Agencia Brasil/Agência Minas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para que o governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) explique o vídeo em que ele afirma que crianças poderiam frequentar as escolas estaduais sem se vacinarem.

A cobrança do STF se dá depois de uma reclamação protocolada no tribunal por quatro parlamentares do PSOL mineiro: deputada federal Célia Xakriabá, deputada estadual Bella Gonçalves e vereadoras de Belo Horizonte Iza Lourença e Cida Falabella

Segundo Moraes, as explicações de Zema seriam necessárias para “melhor apreciação da questão posta nos autos”.

O caso

Zema gravou ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e do senador Cleitinho (Republicanos), no dia 6 de fevereiro, às vésperas da volta às aulas no estado, um vídeo em que os políticos defendem a não obrigatoriedade da vacinação das crianças.

“Aqui em Minas todo aluno, independente de ter ou não vacinado, terá acesso às escolas”, afirmou Zema.

As falas dos políticos contrariam a orientação do Ministério da Saúde, que tem uma lista de imunizantes básicos para crianças em idade escolar. Em tese, no ato da matrícula, o cartão de vacina deve ser apresentado para que os alunos possam seguir ou serem matriculados, uma forma de pressionar os pais a seguirem o calendário de vacinação.

Jogo de cena?

Apesar da fala de Zema, a resolução nº 4.917, de outubro de 2023, da Secretaria de Estado de Educação, que estabeleceu as normas para matrículas na rede estadual de ensino, cobrou a caderneta de saúde ou o cartão da criança atualizados para crianças de até 10 anos.

Está lá no último item do artigo 18, que estabelece os documentos obrigatórios que devem ser apresentados no ato da matrícula: “Cartão da Criança atualizado ou Caderneta de Saúde atualizada para os estudantes com até 10 (dez) anos de idade, original e cópia”.

Chama atenção, também, o fato de Zema ter gravado o vídeo na véspera da volta às aulas, quando o período de matrículas já ficou para trás.

Além disso, o governo do estado, em geral, mantém escolas de ensino médio, com alunos acima dos 14 anos. Apenas excepcionalmente o estado mantém escolas de educação infantil, tarefa que é responsabilidade dos municípios. É nessa faixa de ensino que estão os alunos de até 10 anos, faixa etária para a qual constam os imunizantes básicos indicados pelo Ministério da Saúde.

Em Pouso Alegre, por exemplo, assim como em anos anteriores, a Secretaria Municipal de Educação seguiu exigindo a apresentação do cartão de vacina no ato da matrícula para o ano letivo de 2024.

 

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Com Nikolas e Cleitinho, Zema diz que alunos podem ir às escolas sem tomar vacina

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Celtinho, Zema e Nikolas | Imagem: reprodução

Apesar da fala de Zema, governo de Minas exigiu caderneta de saúde atualizada para crianças de até 10 anos durante o período de matrículas para o ano letivo de 2024, assim como fazem os municípios mineiros

O governador Romeu Zema (Novo) usou suas redes sociais neste domingo, 06, para afirmar que os alunos poderão frequentar as aulas da rede estadual de ensino de Minas Gerais sem tomar vacina.

“Aqui em Minas todo aluno, independente de ter ou não vacinado, terá acesso às escolas”, afirmou o político.

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Ele gravou o vídeo ao lado de duas estrelas do bolsonarismo, o deputado Nikolas Ferreira (PL) e o senador Cleitinho (Republicanos). No vídeo compartilhado nas redes sociais do trio, os políticos defendem a não obrigatoriedade da vacinação das crianças como forma de preservar a liberdade de pais e crianças, mas afirmam não serem contra a ciência.

A ação em Minas faz coro à medida já adotada em Santa Catarina pelo governador Jorginho Melo (PL), outro expoente do bolsonarismo.

Falas contrariam orientação do Ministério da Saúde

As falas dos políticos contrariam a orientação do Ministério da Saúde, que tem uma lista de imunizantes básicos para crianças em idade escolar. Em tese, no ato da matrícula, o cartão de vacina deve ser apresentado para que os alunos possam seguir ou serem matriculados, uma forma de pressionar os pais a seguirem o calendário de vacinação.

O Brasil, que é considerado modelo na abrangência de seus programas de imunização infantil, tem enfrentado dificuldades com o aumento da desconfiança em torno das vacinas. Especialistas em saúde pública têm manifestado preocupação com a queda na cobertura vacinal entre o público – atribuída a campanhas de desinformação, e temem a volta de doenças já erradicadas como a poliomielite.

Governo de Minas cobrou caderneta de saúde para crianças de até 10 anos

Apesar da fala de Zema, a resolução nº 4.917, de outubro de 2023, da Secretaria de Estado de Educação, que estabeleceu as normas para matrículas na rede estadual de ensino, cobrou a caderneta de saúde ou o cartão da criança atualizados para crianças de até 10 anos. 

Está lá no último item do artigo 18, que estabelece os documentos obrigatórios que devem ser apresentados no ato da matrícula: “Cartão da Criança atualizado ou Caderneta de Saúde atualizada para os estudantes com até 10 (dez) anos de idade, original e cópia”.

Chama atenção, também, o fato de Zema ter gravado o vídeo na véspera da volta às aulas, quando o período de matrículas já ficou para trás. 

Além disso, o governo do estado, em geral, mantém escolas de ensino médio, com alunos acima dos 14 anos. Apenas excepcionalmente o estado mantém escolas de educação infantil, tarefa que é responsabilidade dos municípios. É nessa faixa de ensino que estão os alunos de até 10 anos, faixa etária para a qual constam os imunizantes básicos indicados pelo Ministério da Saúde.

Em Pouso Alegre, por exemplo, assim como em anos anteriores, a Secretaria Municipal de Educação seguiu exigindo a apresentação do cartão de vacina no ato da matrícula para o ano letivo de 2024.

 

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IPVA em Minas: primeira parcela vence no dia 15 de janeiro

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Imagem: R24/arquivo

O governo de Minas divulgou nesta terça-feira, 05, a escala de pagamento do IPVA de 2024. Depois de postergar a data de pagamento em anos anteriores por conta da pandemia, ano que vem a cobrança volta a ser feita a partir de janeiro (confira a tabela de vencimentos abaixo).

A primeira parcela ou a cota única, para quem for quitar de uma só vez, vence no dia 15 de janeiro para veículos com placas de finais 1 e 2, e termina em 22/3/2024 para a quitação da terceira parcela dos veículos com finais de placas 9 e 0. Confira:

Fonte: Governo de Minas

 

Arrecadação e distribuição das verbas

O governo de Minas espera arrecadar cerca de R$ 10,6 bilhões com IPVA em 2024. O valor é R$ 500 milhões a mais se comparado ao IPVA de 2023. O incremento se deve, principalmente, ao aumento de 2,88% na frota estadual, que subiu de 10.888.654 para 11.201.920 veículos registrados até outubro deste ano.

Ainda em comparação ao IPVA 2023, o valor do imposto teve uma redução média de 3,37%, em função, principalmente, da depreciação do valor dos veículos usados.

Do total arrecadado, 40% vão para o caixa único do Estado, outros 40% são destinados aos municípios de emplacamento dos veículos e 20% vão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

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