Odair Quinconte deixa a base de Dimas e vai para o União Brasil, de Rafael Simões

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Política

Odair Quinconte deixa a base de Dimas e vai para o União Brasil, de Rafael Simões

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Vereador segura sua ficha de filiação ao União Brasil junto do vereador e pré-candidato à Prefeitura Leandro Morais | Foto: reprodução de redes sociais

Depois de se filiar ao Republicanos, o vereador Odair Quincote recuou e optou por deixar a base de apoio ao prefeito Cel. Dimas (Republicanos) na Câmara de Pouso Alegre (MG). No último dia do prazo final para mudança de partido, 5 de abril, ele foi para o União Brasil, legenda controlada pelo deputado federal Rafael Simões e que faz oposição a Dimas no Legislativo.

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A indecisão do político foi grande na reta final da janela partidária. Entre os dias 2 e 5 de abril, ele mudou três vezes de partido. No dia 2, foi para o Avante. Dois dias depois, se filiou ao Republicanos para, no dia seguinte, dar um cavalo-de-pau e migrar para o partido de Simões.

Depois de tanto titubear, porém, o vereador deixou claro que se descola de Dimas e passa a apoiar a pré-candidatura do indicado de Simões à Prefeitura, Leandro Morais. “É com grande entusiasmo que anuncio minha filiação ao partido União Brasil! Estou comprometido em seguir na caminhada como candidato a vereador, ao lado de Leandro Morais, que é nosso pré-candidato a Prefeito”, registrou em suas redes sociais.

Entorno de Dimas critica postura do vereador

“Ficou dois anos sendo ajudado pelo Dimas e saiu no último dia. Ficou feio”. A frase de um aliado do prefeito Cel. Dimas ilustra a decepção no entorno do grupo do atual prefeito com a opção política feita por Odair Quincote no limite da janela partidária.

O vereador tem base na zona rural, onde, há menos de um mês, ele registrava obras realizadas pela prefeitura e agradecia o “empenho do Prefeito Coronel Dimas em melhorar nossa comunidade”. O político ainda tem diversos registros ao lado de Dimas e secretários municipais.

Apesar disso, a mudança não chega a ser surpreendente. Dos três vereadores da chamada ‘bancada ruralista’ da Câmara – Elizelto Guido, Dionício do Pantano e Odair Quincote, apenas Elizelto Guido (PSD) permaneceu na base de Dimas, ainda assim depois de ter sido apoiado para a Presidência da Câmara.

O principal fator a explicar o posicionamento desses políticos é a força eleitoral de Rafael Simões na zona rural e sua disposição em trabalhar contra quem não se alinhar ao seu grupo na tentativa de eleger Leandro Morais.

Dimas segue com maioria confortável, mas União Brasil recupera poder

Com a baixa, a base de Dimas segue confortável na Câmara, mas passa de 10 para 9 vereadores, contra cinco opositores e um vereador que se declara independente (veja no gráfico ao final do texto).

Além de Odair Quincote, outro vereador que acabou mudando de legenda de última hora foi Gilberto Barreiro, que havia ido para o PSD, mas optou, na reta final, pelo Republicanos.

Com as duas mudanças, Republicanos e União Brasil tornam-se as maiores bancadas da casa legislativa com cinco vereadores cada. O PSD fica com quatro cadeiras e o PT com uma.

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Política

Operação no Sul de Minas e São Paulo mira esquema que desviou milhões da Saúde

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Imagem: reprodução

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou nesta sexta, 24, a operação Resgate, com o objetivo de aprofundar as investigações acerca de um grupo criminoso que movimentou pelo menos R$ 17 milhões em desvios de recursos da saúde pública.

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Os mandados foram cumpridos nas cidades de Alfenas e Fama, no Sul de Minas, e Ubatuba e Limeira, em São Paulo. As ordens judiciais contra os suspeitos abarcam cinco prisões preventivas, 12 mandados de busca e apreensão, sequestro e arresto de ativos (R$ 15 milhões), imóveis, carros, motocicletas, jet-skis, lanchas e outras embarcações utilizadas pelo grupo criminoso.

De acordo com o MP, o suposto esquema envolve, até o momento, 15 pessoas, organizações da sociedade civil (OSC) e empresas. Os indícios apontam para utilização de ‘laranjas’ e empresas com intuito de desviar recursos, dissimular e ocultar os reais beneficiários dos crimes, movimentando mais de R$ 17 milhões, nos estados de Minas Gerais e São Paulo.

Operação conjunta mobilizou diversas foças

A operação contra o suposto grupo criminoso envolveu diversas forças de investigação e de segurança.  Ela foi foi deflagrada a partir da atuação da 6ª Promotoria de Justiça de Alfenas, com apoio do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (Caoet), por meio da Coordenadoria Estadual de Rastreamento de Ativos e Combate à Lavagem de Dinheiro (Cora-LD), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Passos e Varginha e do Gaeco de São Paulo, Polícia Militar e Polícia Civil.

Participaram das atividades desta sexta-feira: dez promotores de Justiça, cinco servidores do MPMG, dois delegados, 13 policiais civis e 50 policiais militares.

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Política

Prefeitura inaugura Centro Integrado de Defesa Social na próxima segunda

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Imagem: Ilustração/Pixabay

A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) inaugura na próxima segunda-feira, 27, o Centro Integrado de Defesa Social. O prédio vai funcionar na região central da cidade e contará com uma central de comando que vai captar imagens registradas por 174 câmeras espalhadas por todas as regiões do município.

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O centro já havia sido anunciado pelo prefeito Cel. Dimas (Republicanos) durante o lançamento de sua pré-candidatura à reeleição, reforçando a segurança pública como um dos motes de sua plataforma eleitoral. Cel. Dimas classificou a medida como sendo “uma muralha de proteção da cidade”.

Volta da Guarda Municipal

A criação do Centro Integrado de Defesa Social se soma a outra medida de impacto anunciada pelo atual prefeito para o setor. Também no lançamento de sua pré-candidatura, ele afirmou que já determinou a elaboração de um edital para recriação da Guarda Municipal.

Segundo ele, a corporação estará de volta com a missão de aumentar a sensação de segurança dos moradores especialmente em praças e parques públicos.

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Minas

‘Zema caloteiro’: por aumento real de salario, policiais  protestam em Pouso Alegre

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Manifestações se repetiram em diversas cidades de Minas. Na imagem, manifestação em Pouso Alegre (à esq.) e na ALMG, em Belo Horizonte (à dir.) | Imagens: reprodução de redes sociais

Os servidores estaduais seguem demonstrando sua insatisfação com a proposta de recomposição salarial apresentada pelo governo Zema, de 3,62%.

Reverberando atos realizados em outras cidades mineiras, nesta terça-feira, 21, policiais civis, militares, penais e bombeiros, ativos e inativos, se reuniram no centro de Pouso Alegre para protestar contra o reajuste e exigir um aumento maior. A categoria também se insurge contra proposta do governo Zema de aumentar a contribuição previdenciária dos militares (veja vídeo a seguir).

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O ato em Pouso Alegre reuniu agentes das forças de toda a região e se concentrou na Praça Senador José Bento e percorreu algumas ruas centrais, passando em frente aos prédios da Polícia Militar e da Polícia Civil.

A classe alega que este pode ser o oitavo ano sem aumento real de salário. Para piorar, o reajuste proposto por Zema, de 3,62%, é inferior à inflação registrada em 2023, quando o índice ficou em 4,62%.

A relação das forças de segurança com o governo Zema, que nunca foram tranquilas, voltam a se deteriorar. A medida da insatisfação da categoria ficou evidente nas palavras de ordem entoadas pelo centro de Pouso Alegre. Um aviso: “A policia vai parar”; e uma ofensa: “Zema caloteiro, devolve o meu dinheiro”.

Em um vídeo que ganhou as redes sociais, um manifestante compara o reajuste que Zema deu ao próprio salário e o que está oferecendo aos servidores: “298% de aumento pra ele e 3,62% pra quem vai pra rua atrás de bandido, né”, aponta o manifestante revoltado.

Proposta de reajuste passa em primeira comissão da Assembleia

Apesar da enorme pressão feita pelos servidores, a proposta de reajuste do governo Zema foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG).

Para ser aprovado, o texto ainda terá que passar pelas comissões de Administração Pública e de Fiscalização Financeira e Orçamentária, para só então ir ao plenário, onde será votada em dois turnos.

A votação na CCJ se deu em meio a protestos dos servidores estaduais, que estiveram na assembleia para acompanhar a votação.

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