® 2021 Rede Moinho 24 • Notícias de Pouso Alegre e região •

Política

Com presença do presidente do Senado, Simões lança pedra fundamental do Hospital Oncológico

Publicado

no dia

Será lançada na manhã desta sexta-feira, 19, a pedra fundamental do Hospital Oncológico de Pouso Alegre (MG), que será construído como um anexo do Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL).

O lançamento promete se converter em um grande evento político. Ele tem confirmadas as presenças do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), hoje cotado como um dos presidenciáveis da chamada ‘terceira via’, e do ex-governador mineiro e senador Antônio Anastasia (PSDB), além da presença de deputados, prefeitos da região e vereadores.

O evento é um dos pontos altos da gestão do prefeito Rafael Simões (DEM), que, enquanto se prepara para as eleições de 2022, trabalha para consolidar em sua administração as marcas de gestor realizador, austero e determinado, com preocupação especial pela saúde e ações de impacto regional, estando à frente da cidade-polo com a economia mais dinâmica do Sul de Minas.

A presença das maiores estrelas do núcleo político ao qual pertence é ainda uma demonstração de prestígio e força política, outros predicados que devem contar a favor dele em 2022.

Evento ocorre no Pátio do Terminal Rodoviário

Assim como ocorreu na visita do governador Romeu Zema (Novo), o lançamento da pedra fundamental ocorrerá no pátio do terminal rodoviário. De acordo com a Prefeitura, haverá o descerramento de uma placa alusiva ao início da construção e a exibição de imagens da obra já iniciada.

O hospital oncológico

Os planos para construção do hospital oncológico, que, na prática, representa a ampliação do Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), preveem a construção de um anexo com seis novos pavimentos. O novo espaço abrigaria 214 leitos, ambulatórios, serviços de imagem, centro cirúrgico e obstétrico.

A expansão representaria um aumento de 58% na capacidade física da unidade de saúde, que, hoje, tem 17 mil metros quadrados e passaria a contar com 27 mil metros.

Para tirar o projeto do papel, a Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS), mantenedora do hospital, conta com duas grandes doações da Prefeitura:

  • um terreno de 2,8 mil metros quadrados, avaliado entre R$ 5 e 6 milhões. Ao lado do prédio atual e de frente para a Rua Comendador José Garcia, ele é parte da área adquirida pelo município do Pouso Alegre Futebol Clube (PAFC), em 2018, e já conta com uma UPA 24 Horas.
  • a outra doação é em recursos financeiros. O município está repassando à FUVS R$ 13,7 milhões. A reserva de valores e autorização do repasse já foram aprovados pela Câmara de Vereadores

Não perca nada. Siga o R24 nas redes sociais:
Facebook | Youtube | Instagram | Grupo de WhatsApp | Telegram

Publicidade
Comentários

Política

Prefeitura volta a falar em romper contrato com a Copasa e registra B.O. contra a empresa

Publicado

no dia

A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) voltou a falar em romper o contrato com a Copasa, a Companhia de Água e Saneamento de Minas Gerais. O tema é colocado na mesa pelo município após diversos bairros da cidade enfrentarem problemas de abastecimento, parte deles ocasionada pelas chuvas do início de ano.

Nesta sexta-feira, 21, o prefeito Rafael Simões (DEM), seu vice, Dimas Fonseca (PSDB) e vereadores da base aliada na Câmara visitaram o bairro Cidade Jardim, um dos mais afetados pelo desabastecimento.

Na região, um condomínio está há pelo menos duas semanas sem abastecimento regular de água depois que uma adutora da Copasa se rompeu durante as chuvas do início do ano. A companhia tem utilizado caminhões pipas para que não falte água no local, mas os moradores relatam que tem sido necessário usar até água da piscina para as atividades diárias.

Disposta a abrir uma nova ofensiva contra a companhia, a administração Simões empenhou a comunicação da Prefeitura para colher depoimentos de moradores e distribuir o material para a imprensa. Ação idêntica foi realizada pela comunicação da Câmara de Vereadores.

Na ação mais concreta, porém, os políticos reuniram lideranças do bairro e registraram um boletim de ocorrência contra a Copasa. Além disso, o prefeito Rafael Simões pediu que moradores de todas as regiões da cidade denunciem a má prestação de serviço da Copasa para subsidiar a rescisão do contrato com a empresa.

O prefeito, que fala em rescindir o contrato com a companhia e ceder o ser viços a outra empresa desde 2019, garante que desta vez não abrirá novo diálogo.

“Nós recebemos reclamações constantes sobre a falta de água no bairro. Quero deixar claro que não tem conversa mais com a Copasa. Já foram milhões de multas para a empresa e vamos rescindir o contrato. Para isso, precisamos de mais denúncias e peço à população que denuncie no site da prefeitura, a falta de água, a água suja, o esgoto sendo jogado na nossa natureza, o estrago nos asfaltos e outros”, apelou aos moradores.

Município inclui link da Controladoria Geral da União para colher denúncias contra a Cemig e a Copasa

No movimento contra a Copasa, o município pede que os moradores denunciem a Copasa no site do município, onde foi incluído um banner com link para o site de denúncias da Controladoria Geral da União (CGU), o Fala.br. Ao clicar no banner, o morador é direcionado para o site da CGU e consegue direcionar a denúncia para a Prefeitura de Pouso Alegre.

Atualmente, o contrato mantido entre o município e a companhia tem vigência até o ano de 2046.

> Acesse aqui a área de denúncias

 

Prefeitura insere banner com link para moradores fazerem denúncias contra a Copasa

 


Não perca nada. Siga o R24 nas redes sociais:
Facebook | Youtube | Instagram | Grupo de WhatsApp | Telegram

Continuar lendo

Educação

Prefeitura propõe reajuste de 10,16% para professores da rede municipal de Pouso Alegre

Publicado

no dia

A Prefeitura de Pouso Alegre (MG) está propondo recomposição de 10,16% sobre os vencimentos dos professores da rede municipal de educação. A proposta já está na Câmara de Vereadores.

O percentual visa repor apenas a inflação. O município usou como referência o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2021, que encerrou o ano exatamente em 10,16%.

A categoria teve reajuste de salário de 5,45% em novembro, quando também foi feita apenas a recomposição inflacionária conforme o INPC. Naquela data, porém, tratava-se da atualização salarial retroativa a janeiro de 2021, mês da data-base anual dos professores do município.

A negociação salarial do ano passado foi retardada por conta das discussões em torno da Lei Complementar 173/2020, que proibiu reajustes salariais para servidores públicos até 31 de dezembro do ano passado como contrapartida fiscal de municípios e estados a fim destes receberem repasses de recursos e suspensão de pagamentos de dívidas para enfrentarem a crise de saúde.

O município acabou seguindo o entendimento do Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) de que a Lei Complementar não proibiria a revisão geral anual dos servidores desde que esta se limitasse à recomposição da inflação.


Não perca nada. Siga o R24 nas redes sociais:
Facebook | Youtube | Instagram | Grupo de WhatsApp | Telegram

Continuar lendo

Cotidiano

Zema anuncia auxílio de R$ 1.200 para cada pessoa desabrigada em Minas

Publicado

no dia

Em Pouso Alegre, 200 famílias foram afetadas pelas cheias e 16 foram para abrigo temporário em escola municipal | Imagem: arquivo/divulgação

Recursos serão repassados aos municípios que farão os pagamentos conforme cadastro de pessoas desabrigadas em cada cidade. Em Pouso Alegre, 200 famílias foram afetadas pelas cheias e 16 foram para abrigo temporário em escola municipal

Minas vai destinar R$ 1.200 por pessoa desabrigada ou desalojada no Estado em decorrência das fortes chuvas. A medida integra o plano Recupera Minas, anunciado nesta terça-feira (18) pelo governador Romeu Zema (Novo).

Romeu Zema ressaltou a necessidade da ajuda às vítimas. “Vamos criar o auxílio desabrigado, para que, quem teve suas casas destruídas, tenha condições de passar por esse momento tão difícil. Ou seja, uma família de cinco pessoas vai receber R$ 2 mil por mês”, afirmou Zema em coletiva virtual à imprensa.

O benefício será pago em três parcelas mensais de R$ 400 a partir de fevereiro, totalizando R$ 78 milhões em recursos estaduais e beneficiando mais de 60 mil pessoas.

Segundo o secretário-geral do Estado, Mateus Simões, estão contemplados nesse benefício eventual as pessoas registradas como desabrigadas ou desalojadas por seus municípios até esta segunda-feira (17/1).

“A operacionalização desse pagamento será feita pelos municípios, porque na lógica legal o controle da população desabrigada e desalojada é feita localmente, então será entregue ao município que deverá entregar às pessoas que estão previamente cadastradas. A data de corte desse benefício foi ontem (17/1). Então, estão contempladas todas as pessoas desabrigadas e desalojadas até ontem. Os municípios já haviam nos enviado as informações e os dados já superam 60 mil pessoas”, pontuou Simões.

Plano Recupera Minas

O plano Recupera Minas foi criado após força-tarefa do Estado para mapear os principais danos causados pelas chuvas e criar ações para recuperação dos estragos danos. Ao todo, serão R$ 600 milhões em recursos estaduais.

Os investimentos estaduais estão divididos em três eixos: auxílio às pessoas, apoio aos municípios e infraestrutura estadual. Um quarto eixo será formado por doações da sociedade civil em que o Governo de Minas dará suporte para que o apoio chegue aos municípios e às pessoas atingidas.


Não perca nada. Siga o R24 nas redes sociais:
Facebook | Youtube | Instagram | Grupo de WhatsApp | Telegram

Continuar lendo

Mais lidas