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Minas

Zema pede que mineiros denunciem fura-filas da vacina contra Covid-19

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Zema pede a mineiros que denunciem fura-filas da vacina contra a Covid-19 | imagem: reprodução Facebook

O governador Romeu Zema (Novo) divulgou vídeo nesta sexta-feira, 29, pedindo que os mineiros denunciem  pessoas que estejam furando a fila para se vacinar contra Covid-19.

De acordo com o Plano Nacional de Vacinação, a primeira fase fase de imunização se destina aos grupos prioritários, mas, desde que as primeiras doses chegaram aos estados, surgiram inúmeras denúncias de pessoas fora dos grupos prioritários se vacinando.

Na última semana, o Ministério da Saúde publicou a segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 incluindo trabalhadores industriais e portuários nos grupos prioritários para receber o imunizante. A primeira versão foi divulgada em dezembro do ano passado.

Com esses dois novos setores, que totalizam 5,4 milhões de pessoas, o total do público prioritário subiu para 77,2 milhões de pessoas.

Prioridade na primeira etapa

Mas, como as doses ainda não são suficientes para todos, nesta primeira etapa terão prioridade os trabalhadores da saúde na linha de frente contra a Covid-19; pessoas idosas (mais de 60 anos) residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas); pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência em Residências Inclusivas (institucionalizadas); população indígena vivendo em terras indígenas.

Depois, preferencialmente, de acordo com a disponibilidade da vacina, novos grupos serão incluídos: equipes de vacinação que estiverem envolvidas na etapa das primeiras 6 milhões de doses; trabalhadores das Instituições de Longa Permanência de Idosos e de Residências Inclusivas (Serviço de Acolhimento Institucional em Residência Inclusiva para jovens e adultos com deficiência); trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados da Covid-19; outros trabalhadores de saúde.

Confira os grupos incluídos no plano de vacinação como prioritários:

  • Pessoas de 60 anos ou mais
  • Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas
  • Povos e comunidades tradicionais quilombolas
  • Pessoas com comorbidades
  • Pessoas com deficiência permanente grave
  • Pessoas em situação de rua
  • População privada de liberdade
  • Funcionário do sistema de privação de liberdade
  • Trabalhadores de educação
  • Forças de segurança, salvamento e Forças Armadas
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros
  • Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário
  • Trabalhadores de transporte aéreo
  • Trabalhadores de transporte de aquaviário
  • Caminhoneiros
  • Trabalhadores portuários
  • Trabalhadores industriais

Economia

Caminhões-tanques iniciam greve e pode faltar combustível em Minas

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Caminhoeiros seguem em comboio rumo à Cidade Administrativa | Imagem: reprodução

Motoristas de caminhões-tanques reivindicam a redução do ICMS sobre o óleo diesel. Ao menos 200 veículos de carga cercaram a Cidade Administrativa nesta quinta-feira para pressionar o governo Zema

Pouco a pouco, o movimento dos caminhoneiros vai se voltando contra os governadores. Nesta quinta-feira, 25, cerca de 200 caminhões seguiram em comboio e cercaram a Cidade Administrativa. O protesto tinha como alvo o governador Romeu Zema (NOVO) e a cobrança para que ele reduza o ICMS que incide sobre o óleo diesel.

As duas dezenas de caminhoneiros que seguiram até a sede do governo estadual partiram de Betim, pela BR-381. São do segmento de caminhões-tanques e, por isso, conhecido como tanqueiros. Eles pedem uma audiência com o governador. Enquanto o encontro não acontece, eles decidiram iniciar uma greve e afirmam que pode faltar combustível em Minas.

A categoria afirma que a alíquota de 15% sobre o óleo diesel praticada no estado é a maior do país. Em meio à pressão, o governo de Minas emitiu nota, argumentando que as recentes altas dos combustíveis nada têm a ver com o ICMS, mas com a política de preços praticada pela Petrobras.

“O estado reafirma seu compromisso de não promover o aumento de nenhuma alíquota de ICMS até que seja possível começar a trabalhar pela redução efetiva da carga tributária”, afirma o documento.

O governo de Minas diz ainda que não há possibilidade de redução de tributos no momento, uma vez que o estado passa por uma crise financeira e a Lei de Responsabilidade Fiscal impede qualquer tipo de renúncia de receitas.

“A Secretaria de Fazenda esclarece ainda que o ICMS corresponde a 31% para gasolina, 16% para o etanol e 15% para o diesel, do preço total dos combustíveis”, segue a nota.

Greve dos tanqueiros

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, a categoria optou por paralisar suas atividades no estado, a fim de pressionar o governo pela redução do ICMS.

Tanqueiros se reúnem para iniciar movimento desta quinta | Imagem: reprodução de redes sociais

“Realizamos a assembleia, e eles mantiveram a decisão de ficarem parados. Ninguém vai carregar combustível”, afirmou ao jornal Estado de Minas Irani Gomes, presidente o Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (SindTaque). De acordo com ele, são mais de 3 mil condutores no movimento.

Gomes afirma que não há previsão para que a greve termine. A categoria já estava em estado de greve desde a terça-feira (23). “Nós estamos aguardando eles (governo estadual) se manifestarem. Mas eles ainda não se manifestaram”, disse.

O sindicalista alertou para os desdobramentos mais graves da paralisação. “A qualquer momento, a partir de amanhã (26), pode começar a faltar combustível nos postos e aeroportos”, afirmou.

“Os principais Estados que também estão na cadeia forte do combustível como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo possuem uma alíquota de 12%, menor do que é cobrado em Minas Gerais. Hoje a gente sobre muito com isso. Hoje tem mais de 1.500 caminhões deixando de carregar e descarregar combustível e não teremos entrega”, disse Irani ao jornal O Tempo.

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Minas

Minas suspende cirurgias eletivas para evitar esgotamento do sistema de Saúde

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Com cenas de Manaus já começando a se repetir em cidades do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, governo de Minas começa a adotar medidas para aliviar o sistema de saúde em todo o estado

O governo Zema decidiu suspender por 15 dias as cirurgias eletivas, aquelas que não são de emergência, para evitar o esgotamento do sistema de saúde em meio ao agravamento da pandemia de coronavírus no estado. A decisão não se aplica ao paciente cardíaco ou oncológico de maior gravidade.

Na última semana, Minas registrou aumento de 3,2% no número de casos e 4,1% nos óbitos pela covid-19.

O anúncio foi feito durante reunião do Comitê Extraordinário Covid-19 nesta terça-feira (16) e será válida para as redes pública e privada (contratada e conveniada com o Sistema Único de Saúde – SUS).

A determinação ampliará para todos os municípios mineiros a resolução da SES publicada no último sábado (13), que suspendia as cirurgias não eletivas em sete macrorregiões do estado.

“A medida tem como objetivo minimizar a sobrecarga no sistema de Saúde para o atendimento de pacientes com covid-19. A ação também vai permitir que a secretaria tenha mobilidade no planejamento estratégico de readequação e redistribuição de pacientes, equipes médicas e equipamentos para regiões em que a incidência da doença está maior”, afirma o chefe de gabinete da SES-MG, João Pinho.

Cenas de Manaus começam a se repetir em cidades mineiras

Nos últimos dias, cenas de Manaus começaram a se repetir em algumas cidades do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

Em Coromandel, a prefeitura precisou implantar barreiras sanitárias e toque de recolher para conter o avanço da doença. Enquanto isso, Uberlândia registrou a maior quantidade de mortes por COVID-19 em apenas um dia.

Sem leitos para tratar pacientes com Covid-19, Patrocínio fechou o comércio e vetou a venda de bebidas alcoólicas. Em Uberaba, nova variante do vírus foi detectada. Em Monte Carmelo, a situação mais grave é a falta de oxigênio.
Diante do agravamento da crise na região, o governo do Estado enviou uma força-tarefa a essas cidades nesta terça-feira (16), com profissionais da Secretaria de Estado de Saúde, Hospital Eduardo de Menezes, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

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Minas

Polícia Militar fará operações para evitar aglomeração no Carnaval

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Forças de segurança apresentam plano de ação para o Carnaval ao lado do governador Romeu Zema | Foto: Gil Leonardi / Imprensa MG

Serão realizadas ações em regiões com maior número de turistas e histórico de aglomerações, operações Lei Seca, além de monitoramento de eventos e bailes irregulares

O Carnaval 2021 está suspenso em todas as cidades de Minas Gerais, num esforço para evitar a disseminação do coronavírus. Para evitar que a medida adotada pelo estado e municípios seja burlada, a Polícia Militar prepara grandes incursões para combater aglomerações.

O planejamento estratégico e ações foram divulgados nesta quarta-feira, 10, em coletiva dada pelos comandantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros ao lado do governador Romeu Zema (Novo).

Segundo o comandante-geral da PMMG, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, serão realizadas ações em regiões com maior número de turistas e histórico de aglomerações, operações Lei Seca em locais de maior fluxo de turistas e monitoramento de eventos e bailes irregulares. As fiscalizações nas rodovias estaduais e federais serão reforçadas.

“A campanha da Polícia Militar traz como lema que o Carnaval é pela vida, então vamos trabalhar para evitar aglomerações. É importante ressaltar que não há nenhum evento carnavalesco planejado e permitido no estado. Se tiver, ele será irregular, por isso é importante a parceria com os municípios, que tem a responsabilidade de fiscalizar. Vamos atuar juntos para evitar que a covid-19 avance neste período”, afirmou coronel Rodrigo.

Para ampliar a presença da corporação nas ruas, a PMMG reforçou o seu efetivo. Além da suspensão de férias no período do Carnaval, militares do setor administrativo e dos cursos de formação serão deslocados para missões e operações em todo o estado.

População pode denunciar festas irregulares

O comandante da PMMG ressaltou que a população também pode ajudar na fiscalização de eventos irregulares denunciando festas e aglomerações. A Polícia Militar também destacou que irá atuar em conjunto com o Corpo de Bombeiros nos principais pontos de atenção, que estão nas regiões balneárias, conhecidas por festas e eventos nesta época do ano.

Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Edgard Estevo, estão mobilizados cerca de quatro mil militares e 420 viaturas para atuarem no Carnaval. O comandante disse que o objetivo é garantir a preservação da vida e da segurança dos mineiros.

“Vamos trabalhar com a Polícia Militar, mas também com todos os órgãos municipais, como as guardas municipais e a vigilância sanitária, com objetivo de evitar a aglomeração. Não temos um único registro de qualquer evento sendo noticiado. Não há nenhuma solicitação de autorização por parte dos bombeiros para eventos, o que mostra que os municípios estão seguindo esta diretriz de ter um Carnaval diferenciado, consciente, seguro, pela vida e pela saúde”, disse coronel Estevo.

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