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Servidores estaduais vão receber 13º atrasado em parcelas mensais de mil reais

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Governo Zema anuncia pagamento de 13º atrasado dos servidores estaduais em parcelas mensais de R$ 1 mil | Foto: Pedro Contijo/Imprensa MG

O governador Romeu Zema (Novo) informou hoje em suas redes sociais que os servidores estaduais que ainda têm valores do 13º salário em atraso vão receber o benefício em parcelas mensais de R$ 1 mil.

De acordo com o político a parcela de fevereiro será paga na próxima sexta-feira, 12. “Em três meses, vamos reavaliar o cenário financeiro e fiscal do Estado, para verificar a possibilidade de antecipar a quitação do benefício”, afirmou Zema na série de tuítes.

De acordo com o governador, o saldo em atraso do 13º salário já foi quitado com 72% dos servidores ativos e inativos do estado, o que teria sido possível, segundo ele, graças “à concretização de receitas extraordinárias, como como decorrentes da Lei Kandir e do novo Regularize (Refis Estadual que o Governo pretende lançar nas próximas semanas)”.

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Sem lockdown: Pouso Alegre e região ficam de fora da ‘onda roxa’

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Zema anuncia criação da 'onda roxa' em coletiva de imprensa | Pedro Gontijo - Imprensa MG

Ao menos por enquanto, a região de Pouso Alegre não será afetada pelas medidas mais restritivas anunciadas pelo governo Zema na tarde de hoje, quando o político anunciou a criação da ‘onda roxa’, protocolo estadual que mais se aproxima de um lockdown desde que teve início a pandemia.

A nova faixa afeta, de imediato, apenas duas regiões, o Triângulo e o Noroeste. Já a região de Pouso Alegre, como todas as demais áreas do estado que se encontram na ‘onda vermelha’, estão em observação e podem mudar para a ‘onda roxa’ a qualquer momento, de acordo com Zema.

Se isso acontecer, o município não terá outra escolha, se não adotar as medidas restritivas, que passam a ser obrigatórias e não opcionais como previa o protocolo anterior do ‘Minas Consciente’.

Nota do editor: é importante ressaltar que, pela regra anterior, os municípios com mais de 30 mil habitantes que não aderissem ao protocolo “Minas Consciente’ deveriam seguir protocolos anteriores que, na prática eram mais restritivos, mas, em geral, muitos municípios, como é o caso de Pouso Alegre, sempre seguiram seus próprios protocolos, mais ou menos restritivos.

As novas medidas restritivas em Minas

Além das medidas de restrição de atividades e protocolos sanitários já previstas nas três ondas já inclusas no programa ‘Minas Consciente’ – da mais branda para a mais restritiva: onda verde, onda amarela e onda vermelha, a nova faixa deve conter também a restrição de circulação, das 20h às 5h.

Também fica proibida a circulação de pessoas com sintomas de gripe, a não ser em caso de consultas médicas por motivos óbvios. Apenas serviços essenciais, como postos de combustíveis, delivery de alimentos e supermercados podem funcionar. As aglomerações ficam proibidas em todos os níveis, até mesmo o familiar. Barreiras sanitárias também serão criadas na onda roxa.

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Ao vivo: Zema fala sobre novas medidas de restrição em Minas

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O governador Romeu Zema (Novo) e a equipe da Secretaria de Estado de Saúde anunciam novas medidas de enfretamento à pandemia.

Foi anunciado durante a coletiva o acréscimo da ‘onda roxa’ ao protocolo ‘Minas Consciente’, que rege as medidas de restrição da pandemia no Estado. A nova faixa, mais restritiva, inicialmente, se estende às regiões Noroeste e Triângulo, pelo período de 15 dias.

As regiões Triângulo Sul, Norte e parte da Região Sul, que estão na onda vermelha, ficam em observação e podem passar para o nível roxo a depender da evolução da epidemia em suas localidades.

Além das medidas de restrição de atividades e protocolos sanitários já previstas nas três ondas já inclusas no programa – da mais branda para a mais restritiva: onda verde, onda amarela e onda vermelha, a nova faixa deve conter também a restrição de circulação, das 20h às 5h.

Também fica proibida a circulação de pessoas com sintomas de gripe, a não ser em caso de consultas médicas. Apenas serviços essenciais, como postos de combustíveis, delivery de alimentos e supermercados podem funcionar. As aglomerações ficam proibidas em todos os níveis, até mesmo a familiar. Barreiras sanitárias também serão criadas na onda roxa.

A adesão à nova faixa, porém, será compulsória e não opcional como anteriormente.

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Zema pode anunciar lockdown para parte do estado na tarde desta quarta

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Zema anunciará medidas mais restritivas da pandemia na tarde de hoje | Imagem: Agência Minas

Lockdown deve valer para pelo menos quatro regiões que englobam 220 municípios. Medida vem após colapso da saúde em diversas regiões do estado e dificuldade dos municípios em adotar medidas de restrição de forma isolada

O governo de Minas deve anunciar na tarde desta quarta-feira a mais pesada medida restritiva no estado desde o início da pandemia. De acordo com a coluna de Camila Mattoso, na Folha de São Paulo, a medida, que pode equivaler a um lockdown, deverá valer para ao menos quatro regiões do estado, que abrangem cerca de 220 municípios.

De acordo com informações de políticos que estiveram com o governador Romeu Zema (Novo) no início da tarde desta quarta, diferentemente do que vinha sendo adotado, até então, a adesão dos municípios ao novo protocolo não será opcional, mas compulsória. Não se sabe, no entanto, quais regiões deverão entrar no protocolo mais restritivo.

Já segundo o Estado de Minas, o governo acrescentará ao ‘Minas Consciente’, o protocolo que norteia as medidas restritivas da pandemia no estado, a ‘onda roxa’, que permitirá apenas serviços essenciais, mas seria ainda mais restritiva que a ‘onda vermelha’, tida, até então, como a mais proibitiva.

O anúncio será feito durante coletiva de imprensa no prédio Tiradentes, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, às 15h30 desta quarta-feira.

Se confirmando o anúncio desta quarta, Zema tomará a frente das medidas de restrição no estado pela primeira vez e o fará depois de ser pressionado por prefeitos e deputados. Com o agravamento da crise de saúde e a incapacidade de os municípios adotarem medidas isoladas para conter a propagação da doença, criou-se um consenso no meio político de que apenas o governo estadual teria capacidade de coordenar a reação àquela que já é a pior fase da pandemia.

Prefeitura não anuncia medidas de restrição

Pouso Alegre é um claro exemplo da dificuldade dos municípios em lidar com a adoção de novas medidas de restrição, também por conta do impacto político da medida, mas especialmente pela necessidade que ela se dê de maneira coordenada em regiões de confluência.

A cidade chegou nos últimos dias à fase mais aguda da pandemia, com seu sistema de saúde à beira do colapso. Apesar disso, o prefeito Rafael Simões (DEM) não anunciou novas medidas de restrição como muitos esperavam.

A explicação para a postura pode estar ligada ao fato de os municípios já estarem em contato com o governo de Minas. Simões, inclusive, esteve em Belo Horizonte no final da última semana, e teve agendas com o governador.

Ontem, após anunciar que a cidade não tem mais capacidade de abrir novos leitos de UTI, por conta da falta de profissionais de saúde capacitados, o político deu o tom do que estaria por vir: “Não adianta Pouso Alegre fazer lockdown se as cidades vizinhas não fazem”, avaliou o político.

Para Simões, caberia aos governos estadual e federal liderarem medidas conjuntas de combate à pandemia. Nem o político, nem a prefeitura, informaram, no entanto, se foi feito algum tipo de gestão junto aos entes cobrando novas medidas.

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