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Minas

Onda roxa seguirá por ao menos mais uma semana em Pouso Alegre

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Decisão foi tomada em reunião do comitê estadual de enfrentamento à Covid-19. Apenas Triangulo do Sul e três microrregiões podem avançar para a ‘onda vermelha’ a partir do dia 12 de abril. Elas se juntam à região do Triângulo do Norte, que já havia progredido na última semana

A região Sul de Minas e outras 11 seguirão na ‘onda roxa’ por ao menos mais uma semana. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, 07, em reunião do Comitê Extraordinário Covid-19, que volta a se reunir na próxima semana para nova avaliação de cenário da pandemia.

Apenas a macrorregião de Saúde Triângulo do Sul e as microrregiões de São Gotardo, Montes Claros/Bocaiúva e Taiobeiras devem avançar para a ‘onda vermelha’ do plano Minas Consciente a partir do dia 12 de abril, que, anteriormente, era a data prevista para o avanço de todas as regiões.

Apesar disso, mesmo essas regiões ainda serão monitoradas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) até a sexta-feira, 09, para garantir que os números de fato melhoram. Só então, será permitido o avanço para a ‘onda vermelha’.

Toque de recolher suspenso definitivamente

A reunião desta quarta-feira também suspendeu em definitivo o toque de recolher da ‘onda roxa’, que deveria ser adotado das 20h às 5h. A medida já havia sido suspensa na segunda-feira, após acordo firmado pelo governo do estado no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), mas ainda dependia de uma definição do comitê, que acatou a decisão.

Como funciona a progressão de onda

Para definir o avanço de uma macrorregião para um nível mais flexível do Minas Consciente ou a adoção de medidas mais restritivas, o Comitê Extraordinário Covid-19 se baseia em um sistema de pontuação da localidade, elaborado com base nos dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Considerando indicadores como taxa de incidência, positividade, ocupação de leitos e grau de risco, a macrorregião atinge uma pontuação de 0 a 32, sendo:

– Até 12 pontos: onda verde;
– Entre 13 e 19 pontos: onda amarela;
– 20 pontos ou mais: onda vermelha;
– Avaliação excepcional: onda roxa (criada para restabelecer a capacidade assistencial).

Atualmente, todas as macrorregiões mineiras registram mais de 20 pontos e, por isso, ainda é necessária a manutenção da onda roxa na maior parte do estado. A possibilidade de avanço para a onda vermelha depende de uma avaliação constante e criteriosa desses indicadores, para garantir que a flexibilização não coloque em risco a saúde da população. Veja abaixo a pontuação das macrorregiões nesta semana:

Centro – 29

Centro-Sul – 30

Jequitinhonha – 23

Leste – 30

Leste do Sul – 30

Nordeste – 27

Noroeste – 28

Norte – 26

Oeste – 28

Sudeste – 30

Sul – 29

Triângulo do Norte – 28

Triângulo do Sul – 29

Vale do Aço – 30

Minas Gerais – 29

Economia

Comerciantes poderão parcelar contas de água e luz em até 12 vezes sem juros

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Comerciantes estão entre os setores mais afetados pelas medidas de restrição por conta pandemia | Foto: R24

Medida anunciada pelo governo Zema também vale para famílias cadastradas na ‘Tarifa Social’ e prestadores de serviços

O governador Romeu Zema (Novo) anunciou ontem, 20, que comerciantes vão poder parcelar débitos de água e luz atrasados em até 12 vezes sem juros. O mesmo vale para prestadores de serviço e para famílias cadastradas na tarifa social.

“Após me reunir com diversos setores produtivos nos últimos dias, conseguimos dar uma boa notícia e atender a uma importante demanda. Os comerciantes que possuem dívidas de contas luz e água poderão parcelar os débitos sem entrada e em até 12 vezes sem juros”, informou o político.

Conta de luz

Para fazer o parcelamento da Cemig era necessário dar um valor de entrada nas negociações, e os juros variavam de acordo com o débito. A partir de agora, os juros estão zerados e é possível dividir em até 12 vezes.

As opções de parcelamento estão disponíveis no portal da Cemig ou pelo WhatsApp (31) 3506-1160. No aplicativo de mensagens, o cliente deve enviar um “Oi” e escolher a opção “Parcelar Meus Débitos”. A empresa orienta para que as pessoas optem pelos canais digitais, que são meios rápidos e seguros para efetivar a negociação.

Pelo portal Cemig, basta realizar login, selecionar a instalação que possui débito em aberto e, posteriormente, o serviço “Segunda Via e Pagamento de Contas”. Em seguida, o cliente pode verificar se existe a opção de seleção de débitos e a possibilidade de realizar o pagamento com cartão de crédito ou débito.

Além das opções citadas, há também um telefone específico para o parcelamento de débitos: 0800-721-7003, que atende das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 15h, aos sábados.

Conta de água

As condições para parcelamento de dívidas com a Copasa são as mesmas: em até 12 vezes sem juros. O prazo final para aderir ao parcelamento junto à companhia é 11 de junho. Em caso de dúvidas, os clientes podem entrar em contato pelo telefone 115.

Quem pode aderir

Restaurantes, bares, padarias, casas de material de construção e diversos outros comércios de pequeno e médio porte, além de prestadores de serviços, como chaveiros e salões de beleza e estética, poderão solicitar o parcelamento de seus débitos.

Tarifa Social

Para ter direito ao benefício da Tarifa Social é preciso ter o registro no CadÚnico do governo federal, morar em um imóvel residencial e ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa do grupo familiar.

Para maiores informações, a família pode procurar informações junto ao CRAS mais próximo de sua casa ou entrar em contato com a secretária responsável pelas política sociais do município. Em Pouso Alegre, o telefone da pasta é o (35) 3449-4233.

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Minas

Presídio de Extrema tem 67 detentos e dois servidores com Covid-19

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Audiências de custódia e visitas virtuais foi uma das formas encontradas para isolar detentos em meio à pandemia em Minas | Imagem: divulgação

Presos foram isolados e servidores afastados de suas funções. Surtos semelhantes já ocorreram em outros presídio da região, incluindo o de Pouso Alegre

Mais um surto de Covid-19 tomou conta de um presídio da região. Desta vez, a infecção se espalhou no presídio de Extrema, onde 67 presos e dois servidores do sistema prisional testaram positivo para a doença.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) nesta terça-feira (20).

O órgão informou que todos os presos foram colocados em quarentena. A maioria deles estaria assintomática e/ou com sintomas leves. Eles são acompanhados por uma equipe de saúde.

Os dois servidores que também testaram positivo foram afastados de suas funções e cumprem quarentena em suas casas. Eles também estariam com sintomas leves da infecção.

A Sejusp também informou que já não haveria mais casos de Covid-19 nos presídios de Alfenas, Guaranésia, Poços de Caldas, Botelhos e Três Corações. Em Pouso Alegre, ainda de acordo com o órgão, ao menos sete detentos estão com diagnóstico positivo.

Circulação restrita e centro de triagem

A Sejusp garante que o sistema prisional mineiro segue um modelo com restrição de circulação e cerca de 30 centros de triagem, distribuídos pelo estado, para incorporar novos custodiados ao sistema, reduzindo a possibilidade de o vírus chegar aos presídios. Apesar disso, surtos da doença têm sido comum nos presídios de Minas.

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Minas

Nova remessa de vacinas vai permitir imunização de idosos abaixo de 65 anos

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Desde a última semana, não foi possível incluir novos grupos na vacinação por conta das doses enviadas serem destinadas à segunda aplicação. Lote que chega nesta sexta em Minas permitirá o início da vacinação de idosos abaixo de 65 anos, de acordo com o governador Zema 

Minas recebe nesta sexta-feira, 16, um novo lote de vacinas contra a Covid-19. Serão mais 701 mil doses. De acordo com o governador Romeu Zema (Novo), elas seguirão para abrir a vacinação de um novo grupo de idosos: de 60 a 64 anos.

Se for confirmada a projeção do governador, nos próximos dias, Pouso Alegre poderá finalmente incluir um novo grupo de idosos no plano de vacinação, paralisado desde a última semana em 66 anos, por falta de novas doses da vacina para a primeira aplicação.

Apesar de ter recebido remessas com 11.240 doses ao longo do mês de abril, apenas 1.820 delas eram destinadas à 1º aplicação, o restante era para completar o segundo ciclo de vacinação dos que já haviam recebido com a primeira dose.

O número elevado de vacinas destinadas à segunda dose nas últimas remessas se deve ao descompasso entre o número de pessoas que haviam recebido a primeira dose e aqueles que haviam recebido a segunda dose, não apenas em Pouso Alegre, mas em todo o Brasil.

Para se ter uma ideia, no dia 1º de abril, a cidade havia recebido 19.701 doses para primeira vacinação e 6.691 para segunda. Com as remessas das últimas duas semanas, hoje a cidade soma 21.521 doses para a primeira aplicação, 98% delas já aplicadas,  e 16.111 para a segunda, sendo que 49,5% delas foram aplicadas.

Lembrando que o esquema de vacinação é todo definido pelo Ministério da Saúde, responsável pela elaboração e execução do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Confira o último ‘vacinômetro’ de Pouso Alegre: 

Ministério da Saúde diz que segunda dose está atrasada

Esta semana, o Ministério da Saúde revelou que cerca de 1,5 milhão de brasileiros já deveriam ter tomado a segunda dose das vacinas contra a Covid-19. Os dois imunizantes hoje aplicados no Brasil, a CoronaVac e a AstraZêneca/Oxford necessitam de duas doses para garantir a proteção completa.

O intervalo entre a primeira e a segunda dose da CoronaVac deve ser de 21 a 28 dias, no caso da AstraZêneca, esse prazo é de três meses.

O Ministério da Saúde não deixou claro o motivo desse atraso, se ele se deve apenas ao não comparecimento das pessoas aos postos de vacinação ou se tem alguma relação com o PNI.

É importante ressaltar que desde que se iniciou a vacinação, quando o ministro à frente da pasta ainda era o general Pazzuelo, por diversas vezes, o MS orientou que os municípios utilizassem todas as doses recebidas para a primeira aplicação e acabou voltando atrás em diversos momentos.

A mudança nas quantidades de doses para primeira e segunda aplicação, portanto, pode ser um indicativo que parte do problema se originou no Plano Nacional de Vacinação.

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