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Educação

Decreto da prefeitura reafirma volta às aulas em fevereiro

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Aulas presenciais em Pouso Alegre devem retornar em fevereiro - Imagem: Ascom/PMPA

O decreto 5.241 assinado e publicado nesta terça-feira, 26, pelo prefeito Rafael Simões (DEM) confirma a volta às aulas presenciais em Pouso Alegre no mês de fevereiro.

No dia 13 de janeiro, o político já havia publicado decreto que determinava o retorno das aulas. Mas, dois dias depois, com a publicação de um decreto que restringia as atividades comerciais, houve dúvidas sobre a manutenção da medida.

De acordo com o texto do decreto publicado hoje, as medidas sanitárias para retorno das aulas permanecem as mesmas:

  • distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as carteiras;
  • manutenção do ensino remoto em caráter complementar ou alternativo;
  • protocolo sanitário de retorno às atividades presenciais previamente aprovado pela Vigilância Sanitária Municipal

Lacunas

Exatamente como previa o decreto anterior, o retorno às atividades escolares deve acontecer gradualmente e em sistema de revezamento a fim de evitar aglomerações. O texto, no entanto, não deixa claro como e em que medida ocorrerá esse revezamento.

Outra lacuna que permanece se refere ao fato de que alunos e responsáveis terão autonomia para decidir se participam ou não das atividades presenciais. O decreto não esclarece os termos dessa adesão.

 

 

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Educação

Sindicato afirma que oito professores foram afastados por suspeitas de Covid-19

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Esta semana, a rede municipal iniciou as aulas presenciais em regime de revezamento | Imagem: reprodução R24

Aulas presenciais foram retomadas de forma escalonada em Pouso Alegre (MG) esta semana. Sindicato diz que não é possível estabelecer relação dos casos suspeitos com a volta às aulas, mas defende recuo das aulas presenciais escalonadas e retorno do ensino 100% remoto

O Sipromag, sindicato que representa os profissionais da educação em Pouso Alegre (MG), afirma que ao menos oito servidores da rede municipal de ensino foram afastados esta semana por suspeitas de Covid-19. Ainda de acordo com o sindicato um dos casos já teria tido o diagnosticado positivo para a doença.

As suspeitas ocorrem na semana em que a cidade retomou, de forma escalonada, as aulas presenciais. Apesar disso, a presidente do Sipromag, a ex-vereadora Dulcineia Costa, afirmou que não é possível estabelecer uma relação entre a volta às aulas e os casos suspeitos.

“Nós não podemos afirmar que tem relação com a volta às aulas, mas esses profissionais estiveram trabalhando durante esta semana no presencial e em contato com colegas, com alunos e aí é que está a nossa preocupação, como eles estão afastados por suspeita e temos uma servidora internada, dar continuidade a esse processo de transmissão, sendo que nós não temos conhecimento se está havendo ou não esse monitoramento, porque não está sendo divulgado quando o servidor afasta por suspeita da Covid”, declarou a uma emissora de TV Dulcineia Costa.

Ao R24, a presidente do Sipromag afirmou que o número de profissionais afastados com suspeitas da infecção passou de sete, na manhã de hoje, para oito no final da tarde e que um deles teve confirmação positiva para a doença. Ela afirma também ter conhecimento, por meio de familiares da criança, de ao menos um aluno do 9° que teria contraído a infecção.

O controle da infecção nas escolas preocupa o sindicato: “Uma [professora] já testou positivo e ela trabalha em duas escolas e teve contato com os alunos na segunda-feira”, afirma Dulcineia. A sindicalista diz ainda que optou por não revelar as escolas onde trabalham os profissionais para não haver “represálias nem para os diretores, nem para os professores, porque, infelizmente é isso que acontece”, concluiu.

O R24 entrou em contato com a prefeitura, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.

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Educação

Biblioteca municipal volta a atender ao público em Pouso Alegre

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Biblioteca de Pouso Alegre volta a atender ao público | Foto: Ascom/PMPA

Atendimento é para retirada de livros uso agendado da sala de estudos. Após serem devolvidos, livros vão passar por quarentena de 14 dias

A Biblioteca Pública Prisciliana Duarte de Almeida voltou a atender o público em Pouso Alegre. Com medidas de restrição, distanciamento e uso obrigatório de máscara, já é possível retirar livros e agendar o uso da área de estudos.

De acordo com a prefeitura, para a reabertura foram estabelecidos protocolos, “como a limitação do número de pessoas no interior do prédio, manutenção do distanciamento, higienização das mãos com álcool 70% e obrigatoriedade do uso de máscara”.

Para retirada de livros, os interessados devem se dirigir à biblioteca já com o nome do autor e da obra. Caberá a um funcionário localizar e entregar o livro ao usuário. É aqui que entra um detalhe curioso do protocolo. Após a devolução, o livro passa por um período de “quarentena”.

“A pessoa vem, devolve o livro e a gente coloca em quarentena. Só depois [de 14 dias] ele pode ser emprestado de novo”, relata a agente administrativa, Josiane Aparecida de Paula.

No interior da biblioteca, quem controla o movimento é o auxiliar administrativo Jorge Henrique Oliveira: “Aqui dentro agora pode ficar só três pessoas, então organizo pra manter o distanciamento, seguir as regras”, garante.

Área de estudos

Já a área de estudos da biblioteca só pode ser utilizada com agendamento prévio, por um período máximo de uma hora. É possível agendar pelo telefone (35) 3449-4166 ou presencialmente na biblioteca, que atualmente funciona no prédio que abrigou o antigo Fórum, na Praça Senador José Bento, nº 02, centro. O atendimento ao público ocorre de segunda à sexta, das 8h às 18h.

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Educação

Volta às aulas tem mudança de cardápio e desinfecção de material escolar

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Na volta às aulas, material didático é desinfectado antes de ser entregue aos estudantes | Imagem: reprodução R24

Em esquema de revezamento, cerca de 9 mil alunos retornam às aulas presenciais na rede municipal ao longo das próximas semanas

Depois de 11 meses, as salas de aula da rede municipal de ensino de Pouso Alegre voltaram a ser ocupadas por alunos e professores nesta segunda-feira, 22. Ao todo, cerca de 9 mil estudantes da educação infantil ao Ensino Fundamental II retornam às aulas presenciais ao longo dos próximos dias.

Mas eles não estarão todos de uma vez nas escolas. As aulas acontecem de forma alternada, limitando a presença de no máximo 30% dos alunos, a fim de resguardar o distanciamento entre eles, um dos marcos sanitários para evitar a contaminação pela coronavírus.

“Nós optamos pelos nonos e quintos anos, amanhã oitavos e quarto e, assim, sucessivamente. Na outra semana Pré-1 e Pré-2, mantendo o Fundamental e, na terceira semana, 0 a 3 anos e Cemeja”, explica a secretária de Educação Leila Fonseca.

60% dos pais optam por retorno dos filhos às aulas presenciais

Para que as aulas presenciais pudessem retornar nesta segunda, os pais e responsáveis dos alunos precisaram assinar um termo de responsabilidade no qual confirmavam a opção pela volta às escolas e os riscos envolvidos na decisão.

De acordo com a secretária de Educação, 60% dos pais optaram por esse caminho. “E uma grande preocupação dos paus é que, se ele fez essa opção, de início, pelo ensino não presencial, se depois que ele se sentir mais segurança, se ele pode retomar e fazer presencial. Ele pode retomar e voltar, sim, é um direito da criança”, garante a secretária.

Novo normal tem até mudança no cardápio e desinfecção de material didático

Quem visitou as escolas ao longo desta segunda, viu corredores com cordões de isolamento, profissionais de prontidão, portando álcool gel em frente às salas de aula e, sobre os rostos, as onipresentes máscaras de proteção.

Mas como era de se esperar, os cuidados nas salas de aula, precisam ir muito além. No CAIC da Árvore Grande, a professora mostrou aos alunos como os protocolos aos quais serão submetidos o material didático, antes de serem manuseados por eles.  Segurando uma apostila nas mãos, ela borrifa álcool em cada uma das folhas. “Elas precisam ser esterilizadas na sua frente. E você não pode emprestá-la para o colega”, explica.

Os cuidados sanitários tiveram impacto até no cardápio das escolas. A ideia é oferecer alimentos que continuem sendo nutritivos, saborosos, mas que tenham um baixo índice de manipulação para evitar contaminação.

“Foi até uma orientação do próprio MEC que ele seja mais fácil, simples de servir, com menos manuseio e manipulação”, explica Luciana Pereira, nutricionista da rede municipal de Educação.

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