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Cotidiano

Vereador sugere proibir a venda de animais em pet shops e clínicas veterinárias

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O vereador Hélio da Van (MDB) sugere que a Câmara de Pouso Alegre aprove um projeto de lei proibindo a venda de animais em pet shops e clínicas veterinárias. A proposta já havia sido feita pelo político, defensor da causa animal, em outro mandato e ressurge, agora, depois do resgate de 23 cães em um suposto canil clandestino na região do bairro São João.

Para o vereador, a criação clandestina de cães para comercialização está na base da maior parte dos maus-tratos praticados contra animais. Segundo ele, essa forma de criação não ocorreria se não houvesse os estabelecimentos que comercializam os animais.

“A maior forma de maus-tratos está nos criadores. São as pessoas que criam aquelas matrizes engaioladas, enjauladas, sem nenhum cuidado, sem trato veterinário, simplesmente por que eles sabem que tem o comerciante que vai comprar deles pra vender”, considera.

Apesar disso, o político admite que se trata de um projeto polêmico, mas defende que o legislativo local enfrente a questão. “Nós temos que proibir a venda de animais de estimação em clínicas, em pet-shops e nesses comércios. É polêmico, mas a gente precisa enfrentar isso pra gente poder solucionar esse caso”, propôs.

O vereador sugeriu ainda a possibilidade de, após a proibição ser aprovada, discutir-se um lei que regulamente a venda por criadores, desde que eles obtenham o atestado de criador responsável e obtenham autorização da Vigilância Sanitária.

 Cães resgatados em suposto canil clandestino no São João

No último sábado, 23 cães de raça foram resgatados por uma ONG de proteção a animais em uma casa na região do bairro São João. A ação foi acompanhada pela Polícia Milita e pelo vereador Arlindo Motta (PTB), outro político defensor da causa animal no município.

Na ação, o local foi tratado como um canil clandestino. Os animais estavam molhados, em meio a fezes e, alguns deles, com sarna.

Cotidiano

Radialista e ex-candidato a prefeito por Pouso Alegre morre por complicações da Covid-19

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Faleceu nesta quarta, 12, em Pouso Alegre, aos 54 anos, o radialista e servidor público Eduardo Ferreira Pinto, o Eduardo da Rádio.

Ele estava internado no Hospital das Clínicas Samuel Libânio e não resistiu às complicações da Covid-19, doença que já vitimou mais de 300 pouso-alegrenses.

Eduardo ficou ainda mais conhecido na cidade no ano passado, quando chegou a formalizar sua candidatura a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores, mas acabou renunciando após ter seu nome impugnado pelo Ministério Público.

Natural de Varginha, o radialista foi servidor público municipal de carreira na prefeitura de Pouso Alegre. No rádio, teve passagem por emissoras de Poços de Caldas, Varginha. Em Pouso Alegre, onde passou a maior parte de sua vida, trabalho em emissoras como a Clube e a Band FM.

Por se tratar de óbito relacionado à Covid-19, não haverá velório.

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Operação Dínamo prende 15 por tráfico e associação para o crime em Itajubá

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Uma grande operação policial prendeu 15 pessoas investigadas por tráfico, associação para o crime, ocupação irregular de imóveis e uso clandestino de serviços e fornecimento de água e luz em Itajubá, no Sul de Minas Gerais.

Denominada ‘Operação Dínamo’, a ação foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (12/5) e contou com a participação das polícias Civil, Militar e Penal de Minas Gerais, Ministério Público e Guarda Municipal de Itajubá.

Ao todo, 250 policiais e guardas municipais cumpriram 31 mandados de busca e apreensão, além de um mandado de prisão contra um foragido. Outras 14 prisões e apreensões em flagrante também foram executadas.

Os trabalhos também contaram com o apoio de cães farejadores e uma aeronave, além de uma retroescavadeira que demoliu as construções precárias e irregulares no interior do condomínio Novo Horizonte.

De acordo com a Polícia Civil, a operação resultou de mais de três meses de investigações e levantamentos de informações.

Até o momento, foram apreendidos cerca de 30 quilos de drogas, entre maconha, skank, crack e cocaína, pássaros criados ilegalmente, cerca de R$ 50 mil em dinheiro e cheques, um simulacro de arma de fogo e 12 aparelhos celulares que serão usados para as investigações.

 

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Cotidiano

Apreendido adolescente que participou de assalto a loja em que família foi feita refém

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Adolescente indicou a participação de outros dois homens no assalto a uma loja de Borda da Mata. Proprietário, sua esposa e filha pequena foram feitos reféns durante a ação e ameaçados de morte

Foi apreendido em Pouso Alegre um adolescente de 16 anos que confessou ter participado do assalto a uma loja de Borda da Mata na tarde de ontem, 11. Ele e um outro homem, este armado, invadiram o estabelecimento e fizeram o proprietário, sua esposa e filha pequena reféns, enquanto subtraíam itens do local.

A dupla amarrou o dono da loja e ameaçou matar a família durante o assalto. Eles ainda reclamaram do choro da criança, que estava no colo da mãe.

De acordo com a PM, os assaltantes levaram celulares, frascos de perfumes e bebida alcoólica do estabelecimento. Eles teriam deixado o local andando em direção à Avenida João Olivo Megale, onde teriam embarcado em Uno e fugido em direção desconhecida.

Assalto teve participação de três pessoas

Ao ser apreendido pela polícia, o adolescente indicou outros dois homens que teriam participado do assalto. A polícia afirma já ter a identidade da dupla. As investigações ficarão a cargo da Polícia Civil a partir de agora.

Assaltantes ameaçam matar a família

Imagens captadas pelas câmeras de segurança, registraram as ameaças. “Não tem dinheiro não? Não tem? É certeza?”, indaga o assaltante que está com a mochila na mão recolhendo eletrônicos da loja.

A mulher diz que não tem dinheiro ao que o assaltante que está armado ameaça: “Pra nóis centar o pau em vocês aqui é dois palitos. Nós mata oceis e some, nem polícia acha nóis”, diz o assaltante enquanto aponta a arma para o proprietário da loja.

O dono da loja, por sua vez, argumenta que os pertences da loja era tudo que ele tinha e pede que os assaltantes não machuquem sua família. Durante todo o assalto ele mantém um diálogo com os assaltantes, ressaltando que eles poderiam pegar o que quiser, contanto que não machucassem sua família.

Mesmo com a cooperação do proprietário da loja, a dupla manteve uma postura agressiva, com ameaças, em alguns momentos, chega a reclamar do choro da criança.

A certa altura, o homem que está armado recebe uma ligação e diz: “A gente está pegando aqui, pode ficar de boa”, indicando que eles recebiam suporte de um terceiro comparsa fora da loja, o que seria confirmado posteriormente pelo adolescente preso.

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