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Pouso Alegre é alvo de ação da PF contra fraudes no auxílio emergencial

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Pouso Alegre é uma das 39 cidades mineiras alvos de mais uma operação da Polícia Federal contra fraudes no recebimento do Auxílio Emergencial. A ação desencadeada nesta quinta-feira, 18, foi batizada de “Terceira Parcela” por ser a terceira etapa do trabalho iniciado em 10 de novembro que envolve diversos órgãos públicos.

As autoridades buscam provas e a identificação de fraudadores do benefício criado para ajudar com uma renda básica aquelas pessoas com dificuldades financeiras durante a pandemia.

Os alvos da PF são membros de organizações criminosas que utilizavam o benefício de quem não o havia solicitado para pagar boletos, por exemplo. A investigação parte de reclamações feitas na Caixa Econômica Federal (CEF), banco responsável por realizar o pagamento, e o cruzamento de dados pessoais dos suspeitos no núcleo de inteligência da PF.

Além da PF, a Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial conta com ação do Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

As cidades onde haverá a execução de mandados de busca e apreensão em Minas nesta quinta-feira são: Pouso Alegre, Poços de Caldas, Belo Horizonte, Betim, Caetanópolis, Campanha, Campestre, Contagem, Cristiano Otoni, Divinópolis, Dores de Campos, Governador Valadares, Itamarandiba, Ituiutaba, Jaíba, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Luz, Machado, Mateus Leme, Montes Claros, Mutum, Nova Lima, Paracatu, Paraopeba, Passos, Patos de Minas, Presidente Olegário, Ribeirão das Neves, Sabará, Salinas, Santa Maria de Itabira, Santo Antônio do Monte, São João Nepomuceno, Sete Lagoas, Uberlândia, Unaí, e Volta Grande.

Cotidiano

Imagem: Bombeiros resgatam tartaruga sugada por rede de esgoto

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Tartaruga foi resgatada após ser sugada pela rede de captação de esgoto, em Extrema | Foto: CB

O Corpo de Bombeiros fez um resgate inusitado nesta terça-feira, 02. Retiraram do esgoto uma tartaruga que havia sido sugada pela rede de captação.

O trabalho de resgate aconteceu na cidade de Extrema. Os bombeiros contaram que, para chegar até o ponto em que estava a tartaruga, um militar precisou usar equipamento de proteção respiratória para evitar a possibilidade de contaminação.

O animal foi encontrado ainda com vida e levado à zoonose da cidade. Veja as imagens:

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Cotidiano

Pai de Lara teria agredido ex-mulher antes de sumir com a filha e se matar

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Wallace Prado, de 21 anos, foi encontrado morto na quarta, 24. Ele teria jogado a filha no rio e depois se matado | Imagem: reprodução de redes sociais

Mãe de Lara, uma jovem de 16 anos, procurou a delegacia na quarta-feira, 24, não apenas para informar o desaparecimento da filha de 1 ano e 9 meses, mas também para pedir medidas protetivas contra o ex-marido, que a havia agredido

O delegado da Polícia Civil, Luiz Felipe Brizzi, responsável pelas investigações do caso Lara, deu mais detalhes sobre os acontecimentos em torno da morte da bebê de 1 ano e 9 meses. Seu corpo foi encontrado por pescadores neste domingo, flutuando no Rio Sapucaí, na região rural de Turvolândia.

De acordo com o delegado, tudo leva a crer que se tratou mesmo de um homicídio seguido de suicídio, num ato bárbaro que teria sido praticado pelo pai após a mãe da menina pedir a separação.

O delegado revelou que, ao procurar a delegacia de Polícia Civil, em Silvianópolis, na quarta-feira, 24, além de apontar o desaparecimento da filha, pega na noite anterior pelo pai, a jovem de 16 anos pediu uma medida protetiva contra o ex-marido, que a teria agredido.

“As medidas [protetivas] eram em razão de que ela havia sido agredida e ameaçada pelo marido e também informarmos do sumiço da menina”, narra Brizzi.

Naquele momento, porém, horas depois de o pai ter pego a filha com a mãe, não era possível enquadrar a conduta do pai como irregular, embora a mãe não conseguisse contato para confirmar o paradeiro da filha. O pais havia pego a filha na noite anterior, alegando que a levaria na casa da avó.

“Eu expliquei a ela que não era caso de sequestro, até por que ele era pai, tinha esse direito. E ela também cedeu [a guarda da menina] normalmente, como deveria ter sido mesmo”. Até aquele momento, não passava pela cabeça de ninguém o que o pai poderia fazer com a menina.

Foi durante os registros das medidas protetivas na delegacia que chegou a trágica informação. O pai da menina, Wallace Prado, de 21 anos, havia cometido suicídio. A perícia seguiu para o local e encontrou um sapatinho da menina próximo do veículo de Wallace e outro próximo ao rio, perto também de onde foi localizado o corpo do pai da menina Lara.

Enquanto buscas seguiam pelo rio, delegado tentou localizar Lara a partir de amigos e conhecidos de Wallace

Bebê foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG) | Imagem: reprodução

Os vestígios encontrados na cena do crime deixavam pouca margem para dúvidas. A principal suspeita das autoridades era de que Wallace teria jogado a própria filha no rio e, então, se enforcado.

Apesar disso, enquanto as buscas dos bombeiros não traziam resultados, a Polícia Civil tentava localizar Lara de outras formas. “O que eu havia feito antes, ainda tentando acreditar que isso [a menina ter sido jogada no rio pelo pai] não tinha acontecido, foi determinar investigações no sentido de localizar os amigos do suposto autor para ver se ele tinha deixado a menina com alguém”, rememora o delegado.

Apesar de os investigadores e a família da bebê manter a esperança de encontrar a menina viva, a confirmação da tragédia viria na manhã deste domingo, por volta das 9h, quando pescadores encontraram o corpo da bebê flutuando no rio, a cerca de 51 quilômetros rio abaixo e 23 em linha reta, do local onde Wallace e os pertences da menina foram encontrados.

Apesar dos indícios apontarem fortemente para o homicídio cometido pelo pai da menina, o inquérito ainda não foi encerrado. Um elemento fundamental para chegar à conclusão final em torno do caso será a autópsia, que apontará a causa da morte da menina Lara Sophia.

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Corpo da bebê Lara foi encontrado 51 km rio abaixo de onde ela pode ter sido jogada

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Bebê foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG) | Imagem: reprodução

Um mapa divulgado há pouco pela Polícia Civil informa que o corpo da bebê Lara Sophia – que teria sido jogada no rio pelo pai, foi encontrado a 51 quilômetros, pelo rio, de onde ela possivelmente foi arremessada pelo pai. Em linha reta, a distância do ponto inicial é de cerca de 23 quilômetros, ainda de acordo com a PC.

Mapa divulgado pela comunicação da Polícia Civil mostra distância entre ponto em que a bebê pode ter sido arremessada e onde ela foi encontrada por pescadores | Imagem: Ascom/PC

Lara foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG), no início da manhã deste domingo, 28. Familiares se dirigiram até o local e confirmaram se tratar da bebê desaparecida.

O caso será alvo de um inquérito criminal para esclarecimento dos fatos. A apuração caberá à Delegacia de Silvianópolis, onde, inicialmente, ficará à cargo do delegado Vitor Becker.

A bebê Lara, de 1 ano e 9 meses, estava desaparecida desde quarta-feira, 24. No dia anterior, ela havia sido pega pelo pai, Wallace Prado, de 21 anos, com a mãe, em Turvolândia. Ele afirmou que levaria a filha à casa da avó, em Silvianópolis.

Naquele mesmo dia, a mulher havia pedido a separação. O casal vivia junto há pelo menos três anos. No dia seguinte, sem notícias da filha, a mãe registrou um boletim de ocorrência dando conta do desaparecimento de Lara. A PM encontraria o corpo de Wallace horas depois, às margens do Rio Sapucaí. Ele havia cometido suicídio por enforcamento.

Próximo do corpo dele, pertences da menina, como uma sandália, à beira do rio, foram encontrados. Os vestígios sustentam a principal hipótese da polícia para o caso: o pai teria jogado a própria filha no rio.

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