Cotidiano

Nascido no Sul de Minas e considerado o ‘maior serial killer’ do Brasil é assassinado

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'Pedrinho Matador' foi baleado e morto por dois homens na manhã deste domingo, 05 | Imagem: reprodução

Conhecido como ‘o maior serial killer’ do Brasil, Pedro Rodrigues Filho, o ‘Pedrinho Matador’, se gabava por ter assassinado mais de 100 pessoas, embora a Justiça o tivesse condenado por ter tirado 71 vidas. A saga do célebre homicida, porém, chegou ao fim na manhã deste domingo, 05, aos 68 anos de idade. Um roteiro sangrento, e previsível: foi morto a tiros.

Natural de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, e criado em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, Pedrinho estava em liberdade desde 2017, depois de ter permanecido preso por cerca de 4o anos. Ao todo, ele foi condenado em 20 processos, 10 por homicídio, acumulando uma pena de 400 anos de prisão.

Segundo a Polícia Militar, Pedrinho foi atingido por disparos feitos por dois homens no bairro Ponta Grande, em Mogi das Cruzes. A principal hipótese das autoridades para o homicídio é que ele tenha sido motivado por vingança, mas nomes de suspeitos ainda não foram apresentados.

Mortes hediondas: comeu o coração do pai e jogou primo no moedor de cana

Pedrinho foi preso pela primeira vez em 1973, aos 19 anos. Ele só ganharia a liberdade em 2007. Mas em 2011, ele seria novamente preso, cumprindo pena de seis anos, voltando à liberdade em 2017.

No sistema prisional, ele era reverenciado por ser considerado o grande matador de detentos. Foi na cadeia, onde passou a maior parte da vida, que cometeu a maioria dos assassinatos que lhes são atribuídos.

Mas foi durante a participação em um podcast, em 2021, que ele deu detalhes de homicídios chocantes. Pedrinho contou que cortou e mastigou o coração do próprio pai ao saber que ele teria assassinado sua mãe. Em outra história hedionda narrada por ele, a vítima teria sido um primo, que ele jogou no moedor de cana.

“Eu empurrei ele pensando que ia passar o corpo [no moedor de cana]. Só passou o braço. Então piquei ele no facão”, narra Pedrinho no podcast, complementando que não pensou ter passado do limite na ação que resultou em seu primeiro homicídio, quando ele ainda era um adolescente.

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