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Inquérito conclui que cadela espancada pelo dono morreu por conta das agressões

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Rica morreu após ser espancada pelo próprio dono em Pouso Alegre | Imagem: reprodução

O laudo da necropsia no inquérito que investiga a morte da cadela “Ricca”, espancada pelo seu dono em Pouso Alegre no último dia 6, aponta que a morte do animal foi causada pelas agressões sofridas.

“Foi concluído que o animal veio a óbito em razão dos maus-tratos causados pelo autor. Diante disto a investigação foi concluída”, contou à imprensa o delegado regional de Polícia Civil, Renato Gavião.

O dono da cadela segue preso. Ele responde por crime ambiental, de maus-tratos, após ser preso em flagrante. “Neste caso terá aumento da pena porque a cadela morreu”, complementa o delegado.

‘Prendam o covarde’, gritavam vizinhos após a agressão

O triste caso envolvendo a cachorrinha ocorreu na noite de 6 de fevereiro, um sábado. Seu dono, um homem de 26 anos, é acusado de espancar o animal em seu apartamento, em uma condomínio de Pouso Alegre. A cachorra chamada ‘Ricca’ não resistiu aos ferimentos e morreu.

Vizinhos teriam chamado a polícia, após ouvirem os latidos do animal, ruído e barulho do espancamento. Antes mesmo da polícia chegar ao local, os moradores do condomínio conseguiram entrar no apartamento e resgatar a cachorra. Ela foi, então, levada a uma clínica veterinária.

Revoltados, os vizinhos pediam a prisão do dono da cachorra, entre gritos de “prendam o covarde”, a polícia acabou efetuando a prisão após a chegada da ex-companheira do agressor.

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Imagem: Bombeiros resgatam tartaruga sugada por rede de esgoto

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Tartaruga foi resgatada após ser sugada pela rede de captação de esgoto, em Extrema | Foto: CB

O Corpo de Bombeiros fez um resgate inusitado nesta terça-feira, 02. Retiraram do esgoto uma tartaruga que havia sido sugada pela rede de captação.

O trabalho de resgate aconteceu na cidade de Extrema. Os bombeiros contaram que, para chegar até o ponto em que estava a tartaruga, um militar precisou usar equipamento de proteção respiratória para evitar a possibilidade de contaminação.

O animal foi encontrado ainda com vida e levado à zoonose da cidade. Veja as imagens:

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Cotidiano

Pai de Lara teria agredido ex-mulher antes de sumir com a filha e se matar

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Wallace Prado, de 21 anos, foi encontrado morto na quarta, 24. Ele teria jogado a filha no rio e depois se matado | Imagem: reprodução de redes sociais

Mãe de Lara, uma jovem de 16 anos, procurou a delegacia na quarta-feira, 24, não apenas para informar o desaparecimento da filha de 1 ano e 9 meses, mas também para pedir medidas protetivas contra o ex-marido, que a havia agredido

O delegado da Polícia Civil, Luiz Felipe Brizzi, responsável pelas investigações do caso Lara, deu mais detalhes sobre os acontecimentos em torno da morte da bebê de 1 ano e 9 meses. Seu corpo foi encontrado por pescadores neste domingo, flutuando no Rio Sapucaí, na região rural de Turvolândia.

De acordo com o delegado, tudo leva a crer que se tratou mesmo de um homicídio seguido de suicídio, num ato bárbaro que teria sido praticado pelo pai após a mãe da menina pedir a separação.

O delegado revelou que, ao procurar a delegacia de Polícia Civil, em Silvianópolis, na quarta-feira, 24, além de apontar o desaparecimento da filha, pega na noite anterior pelo pai, a jovem de 16 anos pediu uma medida protetiva contra o ex-marido, que a teria agredido.

“As medidas [protetivas] eram em razão de que ela havia sido agredida e ameaçada pelo marido e também informarmos do sumiço da menina”, narra Brizzi.

Naquele momento, porém, horas depois de o pai ter pego a filha com a mãe, não era possível enquadrar a conduta do pai como irregular, embora a mãe não conseguisse contato para confirmar o paradeiro da filha. O pais havia pego a filha na noite anterior, alegando que a levaria na casa da avó.

“Eu expliquei a ela que não era caso de sequestro, até por que ele era pai, tinha esse direito. E ela também cedeu [a guarda da menina] normalmente, como deveria ter sido mesmo”. Até aquele momento, não passava pela cabeça de ninguém o que o pai poderia fazer com a menina.

Foi durante os registros das medidas protetivas na delegacia que chegou a trágica informação. O pai da menina, Wallace Prado, de 21 anos, havia cometido suicídio. A perícia seguiu para o local e encontrou um sapatinho da menina próximo do veículo de Wallace e outro próximo ao rio, perto também de onde foi localizado o corpo do pai da menina Lara.

Enquanto buscas seguiam pelo rio, delegado tentou localizar Lara a partir de amigos e conhecidos de Wallace

Bebê foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG) | Imagem: reprodução

Os vestígios encontrados na cena do crime deixavam pouca margem para dúvidas. A principal suspeita das autoridades era de que Wallace teria jogado a própria filha no rio e, então, se enforcado.

Apesar disso, enquanto as buscas dos bombeiros não traziam resultados, a Polícia Civil tentava localizar Lara de outras formas. “O que eu havia feito antes, ainda tentando acreditar que isso [a menina ter sido jogada no rio pelo pai] não tinha acontecido, foi determinar investigações no sentido de localizar os amigos do suposto autor para ver se ele tinha deixado a menina com alguém”, rememora o delegado.

Apesar de os investigadores e a família da bebê manter a esperança de encontrar a menina viva, a confirmação da tragédia viria na manhã deste domingo, por volta das 9h, quando pescadores encontraram o corpo da bebê flutuando no rio, a cerca de 51 quilômetros rio abaixo e 23 em linha reta, do local onde Wallace e os pertences da menina foram encontrados.

Apesar dos indícios apontarem fortemente para o homicídio cometido pelo pai da menina, o inquérito ainda não foi encerrado. Um elemento fundamental para chegar à conclusão final em torno do caso será a autópsia, que apontará a causa da morte da menina Lara Sophia.

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Corpo da bebê Lara foi encontrado 51 km rio abaixo de onde ela pode ter sido jogada

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Bebê foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG) | Imagem: reprodução

Um mapa divulgado há pouco pela Polícia Civil informa que o corpo da bebê Lara Sophia – que teria sido jogada no rio pelo pai, foi encontrado a 51 quilômetros, pelo rio, de onde ela possivelmente foi arremessada pelo pai. Em linha reta, a distância do ponto inicial é de cerca de 23 quilômetros, ainda de acordo com a PC.

Mapa divulgado pela comunicação da Polícia Civil mostra distância entre ponto em que a bebê pode ter sido arremessada e onde ela foi encontrada por pescadores | Imagem: Ascom/PC

Lara foi encontrada por pescadores em uma região rural de Turvolândia (MG), no início da manhã deste domingo, 28. Familiares se dirigiram até o local e confirmaram se tratar da bebê desaparecida.

O caso será alvo de um inquérito criminal para esclarecimento dos fatos. A apuração caberá à Delegacia de Silvianópolis, onde, inicialmente, ficará à cargo do delegado Vitor Becker.

A bebê Lara, de 1 ano e 9 meses, estava desaparecida desde quarta-feira, 24. No dia anterior, ela havia sido pega pelo pai, Wallace Prado, de 21 anos, com a mãe, em Turvolândia. Ele afirmou que levaria a filha à casa da avó, em Silvianópolis.

Naquele mesmo dia, a mulher havia pedido a separação. O casal vivia junto há pelo menos três anos. No dia seguinte, sem notícias da filha, a mãe registrou um boletim de ocorrência dando conta do desaparecimento de Lara. A PM encontraria o corpo de Wallace horas depois, às margens do Rio Sapucaí. Ele havia cometido suicídio por enforcamento.

Próximo do corpo dele, pertences da menina, como uma sandália, à beira do rio, foram encontrados. Os vestígios sustentam a principal hipótese da polícia para o caso: o pai teria jogado a própria filha no rio.

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