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Delegado conta como atuava quadrilha de furto a gado e como PC chegou ao bando

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O delegado regional da Polícia Civil em Pouso Alegre, Renato Gavião, contou como os investigadores da força de segurança chegaram às primeiras prisões no âmbito da ‘Operação Nelore’, a ação policial que tenta por fim a uma onda de furtos a gado em fazendas de pelo menos seis cidades da região.

Em dois dias, aos menos sete pessoas foram presas por ligações com os furtos. Três foram presos hoje, durante a operação da Polícia Civil. Outros quatro foram preso em flagrante pela Polícia Militar em uma tentativa frustrada de furto a gado em uma fazenda de Minduri.

De acordo com o delegado, novas fases da operação ainda devem ocorrer, o que deve gerar novas prisões, segundo ele. “Eles estavam causando muito prejuízo para os produtores rurais. A Polícia Civil estava muito preocupada, querendo resolver este problemas social”, conta.

No entanto, a forma de atuação da quadrilha e a longa extensão de faixa de estradas rurais, mais de 10 mil quilômetros, tornava árdua a missão dos detetives. Mas as investigações renderam os primeiros frutos e a Polícia Civil passou a monitorar os suspeitos até obter a autorização da Justiça para a prisão preventiva nesta terça-feira.

Cotidiano

Bombeiros entram no terceiro dia de buscas pela bebê Lara

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Bombeiros mergulham em pontos estratégicos do Rio Sapucaí em busca da menina. Lara está desaparecida desde quarta-feira, depois de ter sido pela pelo pai, que cometeu suicídio na sequência

Os bombeiros iniciaram nesta sexta-feira, 26, o terceiro dia de buscas pela bebê Lara Sophia, a bebê de 1 ano e 9 meses que desapareceu depois que seu pai, Wallace Prado a pegou e cometeu suicídio à beira do Rio Sapucaí, em Silvianópolis.

Lara está desaparecida desde quarta-feira, mesmo dia em que a Polícia Militar encontrou o corpo de seu pai, à beira do rio, na divisa entre Sivianópolis e Careaçu. Pertences da menina, incluindo uma sadália foram encontrados próximo ao corpo.

Nesta sexta-feira, as buscas prosseguem em ‘pontos estratégicos’ do rio, conforme o Corpo de Bombeiros, que emprega técnicas de mergulho para tentar localizar a menina.

Apesar do esforço da corporação, não houve avanços nas buscas desde que o corpo de Wallace e os pertencer da bebê foram encontrados, na tarde de quarta-feira.

Veja imagens do terceiro dia de buscas:

Tudo que se sabe sobre o desaparecimento da menina Lara

De acordo com relatos da família de Lara Sophia, seu pai, Wallace Prado, teria pego a menina na noite de terça-feira (23), em Turvolândia. Prado disse que a levaria para a casa da avó, em Silvianópolis.

Mais cedo, naquele mesmo dia, a mãe de Lara havia pedido a separação de Wallace. Eles estavam juntos há pelo menos três anos. À noite, já com a menina, Wallace ligou para a ex-mulher, quis saber se a decisão tomada era irreversível.

Bebê Lara, de ano e 9 meses, desapareceu com o pai, que foi encontrado morto depois que a mãe da menina registrou um boletim de ocorrência | Imagem: reprodução de redes sociais

Já na quarta de manhã, a mãe de Lara ligou para o ex, em busca de notícias da filha, sem sucesso. Ela, então, decidiu ir à polícia, onde registrou um boletim de ocorrência.

Acionada, a Polícia Militar deu início às buscas. Na tarde daquela mesma quarta-feira, 24, o corpo de Wallace foi encontrado às margens do Rio Sapucaí, já na divisa entre as cidades de Silvianópolis e Careaçu. Ele havia cometido suicídio por enforcamento.

O que levou a polícia a suspeitar que a menina poderia ter sido jogada no rio é o fato de pertences dela terem sido encontrados próximo ao corpo do pai, incluindo uma sandalinha da menina.

Sandália da menina foi encontrada próximo do corpo do pai | Foto; Corpo de Bombeiros

 

Wallace Prado e a filha Lara Sophia

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PRF prende chefe de quadrilha de assalto a bancos com atuação no Sul de Minas

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Líder de quadrilha estava foragido do presídio de Ribeirão das Neves, onde cumpria pena de 35 anos | Imagem: reprodução

Homem de 23 anos é suspeito de liderar bando que atacou bancos em diversas cidades do Sul de Minas. Além de chefiar quadrilha, ele é foragido do presídio de Ribeirão das Neves, onde cumpria pena de 35 anos

Foi preso na tarde desta quarta-feira, 24, um homem de 23 anos suspeito de liderar um bando de criminosos que atacou bancos em diversas cidades do Sul de Minas.

Ele foi preso no quilômetro 517 da BR 146, em Poços de Caldas (MG), durante a Operação Caminhos, que une a Polícia Rodoviária e a Militar em uma série de ações de repressão ao crime.

Ao interceptar o suspeito, os policiais descobriram que o motor do carro em que ele seguia, com placas de Ponta Porã (MS), possuía queixa de roubo. Foi, então, que os policiais puxaram sua ficha, descobrindo que se tratava de um foragido da justiça.

Ele foi condenador a 35 anos de prisão, mas fugiu do presídio de Ribeirão das Neves no início deste ano. Como líder da quadrilha especializada em assalto a banco, ele teria participado dos ataques ocorridos em Alfenas (MG), Paraguaçu (MG), Muzambinho (MG) e Coqueiral(MG).

Há ainda suspeita de seu envolvimento em outros crimes, como tentativa de homicídio e roubos a agências dos Correios. Ele seguiu para a delegacia da Polícia Civil de Poços de Caldas.

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Cotidiano

Bombeiros retomam buscas pela bebê Lara no Rio Sapucaí

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Sandália da menina foi encontrada à beira do Rio Sapucaí | Foto: Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiro retomou na manhã desta quinta-feira, 25, as buscas pela menina Lara Sophia, que desapareceu depois de ter sido pega pelo pai, Wallace Prado, e este ter cometido suicídio à beira do Rio Sapucaí nesta quarta-feira, 24. Uma das suspeitas é que ele a tenha arremessado na água.

Ao menos quatro bombeiros trabalham nas buscas, que se estendem pela margens do rio e também  em sua parte submersa, onde são empregadas técnicas de mergulho na tentativa de encontrar a menina de 1 ano e 9 meses.

“Hoje estamos fazendo busca com um barco pelas margens do rio e vamos proceder com mergulho livre e equipado em locais com maior probabilidade de encontrarmos o corpo”, explica o tenente Eduardo Jota, que participa dos trabalhos no local.

Sandália da menina foi encontrada próximo do corpo do pai | Foto; Corpo de Bombeiros

O que se sabe até o momento sobre o caso

De acordo com relatos da família de Lara Sophia, seu pai, Wallace Prado, teria pego a menina na noite de terça-feira, em Turvolândia. Prado disse que a levaria para a casa da avó, em Silvianópolis.

Mais cedo, naquele mesmo dia, a mãe de Lara havia pedido a separação de Wallace. Eles estavam junto há pelo menos três anos. À noite, já com a menina, Wallace ligou para a ex-mulher, quis saber se a decisão tomada era irreversível.

Bebê Lara, de ano e 9 meses, desapareceu com o pai, que foi encontrado morto depois que a mãe da menina registrou um boletim de ocorrência | Imagem: reprodução de redes sociais

Já na quarta de manhã, a mãe de Lara ligou para  ex, em busca de notícias da filha, sem sucesso. Ela, então, decidiu ir à polícia, onde registrou um boletim de ocorrência.

Acionada, a Polícia Militar deu início às buscas. Na tarde de ontem, 25, o corpo de Wallace foi encontrado às margens do Rio Sapucaí, já na divisa entre a cidade de Silvianópolis e Careaçu. Ele havia cometido suicídio por enforcamento.

O que levou a polícia a suspeitar que a menina poderia ter sido jogada no rio é o fato de pertences dela terem sido encontrados próximo do corpo do pai, incluindo uma sandalinha da menina.

Bombeiros retomam buscas pela menina de 1 ano e 9 meses | Foto: Corpo de Bombeiros

 

Wallace Prado teria se enforcado á beira do Rio Sapucaí. Pertences da bebê foram encontrados ao lado do seu corpo | Imagem: reprodução de redes sociais

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