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Cotidiano

Armamento que teria sido utilizado por bando em Itajubá é localizado em São Paulo

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Policiais civis de São Paulo localizaram neste sábado, 25, em uma residência da capital paulista, armamento e equipamentos que teriam sido utilizados por criminosos no ataque a Itajubá, no Sul de Minas, na última quarta-feira.

Após receber pistas sobre o paradeiro de armas que teriam sido utilizadas pelo bando, agentes da força de segurança paulista foram até uma residência da capital e localizaram fuzis, pistolas e até AK-47, além de uma arma .30, uma glok com rajada balística, coletes a prova de balas e capacetes.

Além de armamento e equipamentos apreendidos, os policiais prenderam ao menos uma pessoa que estava vigiando o local. Na nota assinada pelo delegado de polícia Douglas Torres não há mais informações sobre como os policiais chegaram até o local ou sobre a pessoa presa na residência.

O ataque a Itajubá

Na noite da última quarta-feira, 22, um bando fortemente armado sitiou a região central de Itajubá para assaltar uma agência da Caixa. Ao mesmo tempo que armavam explosivos no banco, os criminosos atacavam a sede da Polícia Militar na cidade, com rajadas de tiro de grosso calibre. Quatro policiais e um estudante que passava pelo local ficaram feridos nos tiroteios que se seguiram.

De acordo com as autoridades, durante a fuga, o bando se dividiu em dois comboios. As primeiras informações davam conta de que um grupo seguiu em direção a Pouso Alegre e outro no sentido São Lourenço.

Mais tarde, a PM informou que trocou tiros com um dos grupos nas proximidades de Brazópolis, onde o suspeito de 33 anos foi preso. É nessa região que a polícia acredita estar a maioria dos integrantes do bando.

“A nossa ação foi rápida e conseguiu impedir a fuga efetivamente. Eles estão cercados em uma área que está hoje dominada pelas nossas guarnições policiais aqui da 17ª região”, informou a major Layla, porta-voz da PM mineira. Ainda de acordo com a major, os criminosos estariam sem transporte e, provavelmente, alguns deles feridos, já que parte dos veículos utilizados na ação e apreendidos pela polícia têm marcas de sangue em seu interior e em objetos.

Segundo a major, a polícia monitora o trecho. “Estão homiziados em uma região que a gente tem um certo controle dela. Nós estamos monitorando ela, justamente por saber que eles estão sem veículos, não conseguiram fazer essa transição e nós estamos nesta busca e captura”, afirmou.


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Cotidiano

Avenida em obras: acidente deixa duas pessoas feridas na Dique I

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Imagem: reprodução de redes sociais

Um veículo de passeio bateu na traseira de um caminhão na ponte que passa sobre a avenida Dique I, em Pouso Alegre. A via está em obras desde o início do ano. Ao menos duas pessoas foram socorridas pelo Samu com ferimentos leves.

O trecho onde ocorreu o acidente tem liberação intermitente para fluxo de veículos devido às obras. Ele é aberto às 17h e fechado às 7h. Foi por volta do horário de fechamento, na manhã de hoje, que ocorreu a colisão.

Quando o Samu se encaminhava para o local do acidente, o acesso já havia sido fechado. Foi preciso remover as barreiras para chegar até o local da colisão.

Um homem, que conduzia o veículo de passeio, e uma mulher, que seguia no banco do passageiro, foram socorridos com ferimentos leves e conscientes.


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Cotidiano

Cidade de gelo: chuva de granizo deixa São Gonçalo do Sapucaí e Fernão Dias irreconhecíveis

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Uma forte chuva de granizo que caiu na tarde desta segunda-feira (03) em algumas cidades da região deixou trechos da Fernão Dias e cidades como São Gonçalo do Sapucaí cobertas de gelo.

Imagens impressionantes feitas por moradores e pessoas que transitavam pela rodovia mostram paisagens que lembram uma cidade após uma forte nevasca. O cenário, no entanto, resultou de uma tempestade de granizo que, em São Gonçalo do Sapucaí destelhou casas e prejudicou serviços básicos, como fornecimento de água e energia.

Ainda durante a tarde, o prefeito da cidade, Brian Drago (PSL) se reuniu com Polícia Militar e a Defesa Civil para criar uma sala de crise, a fim de fazer frente aos estragos provocados pela tempestade.


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Cotidiano

Moradores reclamam que trecho da Dique I está sendo fechado antes das 7h

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Desde a última quinta-feira, 15, a prefeitura de Pouso Alegre anunciou a liberação do trecho da Avenida Dique 1, no sentido bairro, das 17h30 às 7h.

Mas diversos condutores entrarm em contato com o R24 para dizer que o horário não estaria sendo cumprido.

Foi o caso do professor Allysson Lima, que nestas terça e quarta-feira acabou chegando atrasado em seu trabalho por conta do fechamento antecipado da avenida.

“[São] 10 para as sete da manhã, a fila de carro… [eu] precisando ir trabalhar… O encarregado da obra não tá liberando a gente”, protesta o professor enquanto filma o interior de seu carro, frisando as horas marcadas no painel, e uma fila de carros parada no bloqueio.

O vídeo em questão é de terça-feira, 20. Nesta quarta-feira, 21, o professor voltou a ficar parado no bloqueio. O relógio de seu veículo marcava 6h55.

Obras e congestionamento

Desde que as avenidas Perimetral e Dique 1 foram parcialmente interditadas para obras, no início do ano, a ida e volta do trabalho virou motivo de aborrecimento para os pouso-alegrenses que precisam acessar a região.

Para chegar ao destino, é preciso enfrentar congestionamento e muita lentidão. Não tem jeito. Ou sai mais cedo ou vai chegar atrasado.

Para minimizar o problema, o prefeito Cel. Dimas (PSDB) anunciou na última semana, a abertura de um trecho da Dique 1, no sentido bairro, por tempo determinado, das 17h30 às 7h.

Mas os motoristas alegam que os horários não estariam sendo cumpridos. O R24 entrou em contato com a prefeitura, mas, até o fechamento deste texto a administração ainda não havia se posicionado. Tão logo ocorra, ele será incluído neste espaço.


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