Deputados notificam Ministério Público e governo Zema por caos em pedágios

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Deputados notificam Ministério Público e governo Zema por caos em pedágios

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Imagem: reprodução de redes sociais

Deputados acionaram o Ministério Público e o governo Zema (Novo) por conta do caos que se instalou nas praças de pedágio da BR-459 nesta segunda-feira, 09, em seu primeiro dia de funcionamento.

Com engarrafamentos quilométricos, além do valor salgado da tarifa, de R$ 9,20, os motoristas ainda tiveram que esperar até 40 minutos para conseguir pagar e seguir viagem. As dificuldades foram enfrentadas nas três praças que começaram a funcionar hoje, em Santa Rita, Senador José Bento e Caldas.

Irritados, os motoristas fizeram buzinaço, desceram dos carros e protestaram. Para sacramentar o dia de caos, um carro ainda colidiu com a estrutura da praça de pedágio em Senador José Bento.

Ao menos dois deputados majoritários na região já anunciaram ter notificado o Ministério Público: o deputado federal Rafael Simões (União) e o deputado estadual Ulysses Gomes (PT).

Já o deputado estadual Dr. Paulo (Patriota) afirmou em suas redes sociais que notificou a Secretaria de Estado de Infraestrutura, pasta responsável por fiscalizar a concessão, pedindo um posicionamento acerca das filas enfrentadas nesta segunda.

O mesmo deputado cobrou do governador Romeu Zema, por meio de ofício, a sanção do projeto de lei aprovado na ALMG prevendo a isenção de pedágio para condutores que qualquer veículo que, após tarifados, retornem pelo mesmo destino num prazo de 24 horas. A proposta é de autoria do deputado Marquinho Lemos e se sancionada pelo governador valeria para todo o estado. No momento, a disposição do governo de Minas em transformar o projeto em lei é nenhuma.

O que disseram os políticos

O cenário caótico do primeiro dia da cobrança de pedágio na região foi alvo de críticas severas dos políticos. Líder da oposição na Assembleia, Ulysses Gomes foi taxativo: “Caos, desorganização, filas quilométricas e total desrespeito com o cidadão! Assim está sendo o primeiro dia de cobrança de pedágios na BR-459, que tem tarifa básica de R$ 9,20, autorizada pelo governador Zema”, disparou o politico nas redes sociais.

O político ainda alfinetou o governador sobre obra feita pelo estado em propriedade de seus familiares. “Enquanto assistimos a todos esses escândalos, o governador investe valor milionário para reformar a estrada que leva a sítio de sua família, o Rancho Zema. É um escárnio, uma falta de respeito com a nossa população! Chega de penalizar o povo por sua incompetência, governador”.

Politicamente mais afinado com Romeu Zema, Rafael Simões voltou sua verve para a empresa concessionária. “Uma desorganização total. Nós estamos há mais de dois quilômetros, o trânsito parado, não tem sinalização. É uma vergonha geral. Fizeram uma modelagem errada e a empresa de forma irresponsável começa a cobrança desse pedágio. Já acionei o Ministério Público (…) que me disse que estará entrando com duas ações buscando aí a paralisação dessa cobrança até que essa empresa possa entregar um trabalho aí profissional, que isso daqui não tem nada de profissional não”, afirmou Simões em um vídeo distribuído por sua assessoria à imprensa e nas redes sociais.

Concessionária foi notificada pela Prefeitura

Outra notificação partiu da Prefeitura de Santa Rita do Sapucaí (MG), mas esta foi direcionada à própria empresa concessionária, a EPR Sul de Minas. Uma segunda notificação emitida pelo município foi direcionada ao Ministério Público. Nesta última, é solicitado ao órgão que suspenda a cobrança de pedágio até que a empresa se prove capaz de efetuá-lo sem o tumulto verificado nessa segunda.

A comunicação acerca das notificações foi publicada nas redes sociais da Prefeitura. Confira:

 

Concessão foi discutida com a população em audiências públicas esvaziadas

Pegos de surpresa, os moradores da região levaram um susto com a cobrança de pedágio nesta segunda-feira, seja pela ineficiência da empresa até na hora da cobrança, seja pelo valor da tarifa ou pelas pouquíssimas melhorias feitas nas estradas.

Mas, afinal de contas, não houve discussão em torno da concessão das rodovias? Sim, houve, mas ela ocorreu em 2021. Como foi feita? Em audiências públicas esvaziadas em algumas cidades da região.

A audiência realizada em Pouso Alegre, em 15 de julho de 2021, o R24 registrou aqui. No vídeo que acompanha a matéria, pode-se conferir o posicionamento de alguns dos políticos citados acima acerca da concessão naquela época. Não deixa de ser revelador.

Já em 2021, a tarifa básica prevista era de R$ 7,58. Ela foi corrigida para R$ 8,32 em 2022 e para R$ 9,20 quando o pedágio entrou em operação, nesta segunda.

Sobre o autor: Adevanir Vaz é jornalista e editor do R24.
Os artigos publicados em ‘Opinião’ e ‘Colunas’ não refletem, necessariamente, o ponto de vista do Rede Moinho 24.

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Com lançamentos do fim de semana, Pouso Alegre tem 4 pré-candidatos a prefeito

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Os pré-candidatos por ordem alfabética: Alba Junqueira (PL), Antônio Marcos Coldibelli (PT), Cel. Dimas (Republicanos), Leandro Morais (PSDB)

Com os lançamentos dos nomes do vereador Leandro Morais (PSDB) e da empresária Alba Junqueira (PL) neste fim de semana, Pouso Alegre tem agora quatro pré-candidatos a prefeito. Antes deles, os nomes de Cel. Dimas (Republicanos), que vai concorrer à reeleição, e Antônio Marcos Coldibelli (PT) já haviam sido confirmados.

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Ainda é cedo, no entanto, para bater o martelo sobre se de fato serão esses quatro nomes que irão concorrer ao cargo de chefe do executivo nas eleições municipais deste ano.

A escolha oficial dos candidatos pelos partidos ocorrerá entre 20 de julho e 5 de agosto, durante as convenções partidárias. Já o registro das candidaturas, que é o que vale, pode ser feito até 15 de agosto.

Simões X Dimas, candidata de Bolsonaro e PT de volta à disputa

Até o registro das candidaturas, portanto, articulações políticas, pesquisas eleitorais e o imponderável podem mexer com o quadro de candidatos que será apresentado para a escolha dos pouso-alegrenses, mas, por enquanto, a cena que se tem rende enredos para todos os gostos.

E é certo que o mais chamativo deles até aqui é o duelo de ex-aliados que se anuncia. Simões, que apresentou Leandro Morais como seu pré-candidato, contra o atual prefeito Cel. Dimas. A parceria de mais de décadas foi desfeita assim que Simões deixou a Prefeitura para assumir a vaga de deputado federal e seu então vice-prefeito assumiu a condução do município.

O motivo exato do racha nunca foi bem explicado. Simões deu alguns contornos gerais. Alegou que Dimas traiu sua confiança ao supostamente promover uma guinada no modelo de gestão implementado pelo deputado ao longo de seis anos à frente da Prefeitura; e dispensou secretários que dispunham da estrita confiança de Simões. De seu lado, Dimas desconversa, diz que o motivo da briga só pode ser explicado pelo ex-prefeito.

No lançamento da pré-candidatura de Leandro Morais, Simões deu uma mostra do tom que deve adotar durante a campanha.

Num discurso furioso, em que chamou Dimas de coronelzinho e prefeitinho, Simões provocou: “Depois de 10 anos carregando mala pra mim, ele mostrou exatamente quem ele era, atacando não a mim, mas às instituições que são importantes para esta cidade, um projeto que construímos juntos, um projeto para mais de 20 anos de progresso dessa cidade e da região”, deixando evidente a mágoa, mas também o desapontamento por ver seu projeto de poder interrompido.

Em contrapartida, o atual prefeito, por ora, não tem respondido os ataques, ao menos não diretamente.

Convenhamos, o duelo de ex-aliados já seria enredo suficiente para a eleição. No entanto, há mais. O PL, de Bolsonaro, decidiu não apoiar nem o atual prefeito, nem o candidato de Simões. Optou por lançar candidatura própria.

Alba Junqueira inicia a corrida eleitoral incensada pela base bolsonarista mais fiel em Pouso Alegre. Seu desafio será ampliar os espectro de apoio para além do nicho de influência do ex-presidente. De qualquer modo, é a primeira vez que a base bolsonarista rompe com os círculos da direita tradicional de Pouso Alegre e aposta em uma candidatura puro-sangue.

E, sim, há mais. Depois de sequer lançar candidato em 2020, às voltas com o sentimento negativo que o último mandato do ex-prefeito Agnaldo Perugini deixou impregnado no eleitorado pouso-alegrense, o Partido dos Trabalhadores terá de novo um candidato. O nome da legenda é o médico Antônio Marcos Coldibelli.

Em entrevista ao R24, o pré-candidato deu a entender que o partido deverá fazer um mea culpa pelos momentos finais da gestão Perugini, mas defenderá o conjunto da obra, apontando para os avanços que enxergam nas duas gestões do político.

Sobre o autor: Adevanir Vaz é jornalista e editor do R24.
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Com fúria e festa: Simões apresenta seu pré-candidato à Prefeitura de Pouso Alegre

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Evento de lançamento de pré-candidatos do União Brasil | Foto: R24

Depois de idas e vindas, muitos nomes cogitados e algumas desistências, com festa e com muita fúria o ex-prefeito e deputado federal Rafael Simões (UB) finalmente revelou na manhã deste sábado, 23, seu indicado para concorrer à Prefeitura de Pouso Alegre. Apesar do longo suspense feito pelo político, não houve surpresa, o nome escolhido foi mesmo o do vereador Leandro Morais, já apontado pelo R24 como o favorito para o posto.

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O anúncio ocorreu no Öröm Buffet, ao lado do Hotel Fernandão, num evento que reuniu pré-candidatos a prefeito do União Brasil em diversas cidades da região. Também foram apresentados os pré-candidatos do partido para a Câmara Municipal de Pouso Alegre.

Pré-candidato se apresenta

Cercado de expectativas, o anúncio do pré-candidato foi feito já no final do evento. Simões e o deputado estadual Dr. Paulo tomaram a palavra no palanque e avisaram que a apresentação ficaria por conta do próprio pré-candidato. Os políticos se sentaram, mas ninguém subiu ao palco.

Depois de alguns instantes de expectativa, um vídeo passou a ser exibido no telão: imagens aéreas de Pouso Alegre, uma música dramática de fundo e eis que surge a voz do narrador: “Desde muito cedo, a minha jornada foi marcada…”. Não foi possível ouvir o restante do áudio, que foi abafado pelos gritos dos presentes, enquanto as câmeras focavam um rosto na plateia, o do vereador Leandro Morais, instantaneamente reconhecido como dono da voz.

Na sequência, Leandro Morais foi carregado até o palanque do evento pelo deputado estadual Dr. Paulo. Ao lado da família, ele agradeceu a indicação e afirmou que sua pré-candidatura terá compromisso com uma mudança real na cidade.

Na coletiva de imprensa, o R24 questionou o pré-candidato se ele teme ser um preposto de Simões na Prefeitura. O vereador não foi direto ao ponto, mas avaliou ser positivo ter o político como padrinho “Quem não quer ter [o apoio de] um ex-prefeito que teve mais de 80% de aprovação, de um deputado federal que é extremamente ativo no Congresso Nacional, que trabalha de forma dura para trazer recursos para o Sul de Minas e para Pouso Alegre”, apontou.

Leandro Morais é apresentado como pré-candidato | Foto: R24

Furioso, Simões reclama de traição e diz que vai tirar Dimas do poder

Como já era de se esperar, o que mais chamou atenção no evento foi o discurso do deputado federal Rafael Simões. Demonstrando fúria, o político andava de um lado para o outro no palanque, enquanto, aos gritos, disparava críticas e acusava de traição seu ex-aliado, o atual prefeito Cel. Dimas (PSDB), com quem rompeu após deixar a Prefeitura para virar deputado federal.

Além de adjetivar o atual mandatário de ‘prefeitinho’ e ‘coronelzinho’, Simões acusou a Prefeitura de barrar verbas para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL) – hospital que o deputado mantém sob sua estrita influência política, e por investir ‘milhões em shows’, enquanto, segundo ele, estaria faltando medicamento na Secretaria de Saúde, pasta que ele acusou de ter perdido exames para tratamento de oncologia. “Esse é o atendimento humanizado que estão dando”, ironizou.

Simões ainda disparou contra a atual secretária municipal de Saúde, Rosaly Esther, ao criticar a saída de Sílvia Regina, que foi a chefe da pasta durante seu mandato. “Aquela pessoa que está lá na secretaria não entende absolutamente nada, que não deu conta de tocar [nem] a Saúde em Borda da Mata. Ela não sabe que ser secretária de Saúde em Pouso Alegre reflete em toda nossa região”.

Por fim, já quase sem voz, recorreu à estratégia que vem usando desde que se afastou do atual prefeito e passou a associá-lo ao Partido dos Trabalhadores. “Se nós elegermos esse atual prefeito, com a sua incompetência, com a sua falta de sensibilidade, nós vamos ter saudades daquele que já foi o pior prefeito de Pouso Alegre, que chama-se Agnaldo Perugini (…), aliás, talvez não, porque o PT já está dentro da nossa Prefeitura. Todos aqueles que de lá tirei, hoje estão lá”.

Simões deixa claro: vai pra cima

Em síntese, o lançamento da pré-candidatura apoiada por Simões trouxe uma prévia do que está por vir na campanha eleitoral de Pouso Alegre. Como já era esperado, o político deixou claro que irá para cima de seu principal adversário, o ex-aliado Cel. Dimas.

A fúria demonstrada no palanque pelo deputado deve ter reprises ao longo da campanha. Ainda não está totalmente claro se o tom é calculado ou se, ao menos em parte, é contaminado pela empolgação do momento, o que seria um erro um tanto amador.

No evento, ficou claro o esforço da organização em dar maior protagonismo para o pré-candidato, tendo em vista, por exemplo, que ele próprio se apresentou, quando todos esperavam que seu padrinho político o fizesse.

Ainda assim, Simões deu o tom de toda a cerimônia, inclusive com intervenções aparentemente não programadas. Compreensível, levando-se em conta que se trata da maior liderança política do grupo, mas não ajuda a desfazer a impressão de que o ex-prefeito deseja seguir no controle da Prefeitura enquanto exerce seu mandato de deputado federal.

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Guerra declarada: Dimas e Simões iniciam embate pelas eleições municipais

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O prefeito Cel. Dimas e o deputado federal Rafael Simões | Foto: montagem/ reprodução de redes sociais

A corrida eleitoral começou pra valer essa semana em Pouso Alegre. E a largada não foi das mais suaves. Em duas entrevistas, o prefeito Cel. Dimas (PSDB) e o deputado federal Rafael Simões (União) deram uma pequena mostra do que está por vir.

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Na segunda-feira, 22, Cel. Dimas disse, em entrevista à Rádio Difusora, que Simões deveria ser questionado pelo motivo do rompimento entre os dois políticos, já que ele teria sido o pivô da encrenca. Três dias depois, Simões respondeu, em entrevista ao pousoalegre.net, que se distanciou do antigo amigo por ter se sentido traído, quando Cel. Dimas passou a promover mudanças em sua gestão, botando fora nomes de confiança do ex-prefeito.

Se não houve grandes novidades nos posicionamentos dos mais novos adversários políticos, as falas ao menos abrem alas para o ano eleitoral em Pouso Alegre, que deve ser protagonizado pelo embate entre os dois grupos: de um lado, a administração Dimas, de outro o grupo que restou mais fiel ao deputado federal Rafael Simões.

Na entrevista cuidadosamente planejada, Rafael Simões queria mandar um recado claro aos seus eleitores: Dimas não será seu candidato. Tentou ser didático e caprichou no drama. Chegou a pedir perdão aos pouso-alegrenses por ter escolhido Cel. Dimas como vice-prefeito e previu que a reeleição de seu ex-aliado poderia trazer de volta os tempos do ex-prefeito Perugini (PT), assombração que o ex-prefeito traz à tona com frequência religiosa sempre que busca projetar medo nos pouso-alegrenses.

Tudo dentro do roteiro esperado, mas a forma também conta. O tom raivoso com que o político declarou que o atual prefeito está no cargo “com meus votos” e o inconformismo visceral que deixou transparecer com as mudanças de gestão e de nomes feitas por seu sucessor fez emergir sua face mais autoritária. A postura costumava fazer sucesso quando Simões estava à frente do executivo, mas tem pegado mal no figurino de deputado e ex-prefeito, custando-lhe apoios e simpatias fundamentais.

Para sorte do ex-prefeito, Dimas também deu sua escorregada. Ao tentar se mostrar mais aberto ao diálogo que seu antecessor, passou dos limites. Se declarou de centro-direita e disse que não tem problemas em conversar com a esquerda. Até aí tudo bem, mas arrematou dizendo: “nesse momento, eu prefiro muito mais conversar com o pessoal da esquerda, que é mais leal, são pessoas mais honestas, do que com algumas pessoas que se dizem de direita aqui em Pouso Alegre”.

O coronel se referia a uma parte da esquerda e a uma parte da direita, mas alguém tem dúvida que sua fala será repetida incessantemente durante a campanha sangrenta que se anuncia?

Por ora, para quem aprecia um bom bate-boca, maledicências e alguma violência verbal, o ano eleitoral promete. Mas se a preocupação for com um debate mais profundo sobre os rumos da cidade, há quase nada de esperança.

De resto um consolo quase esportivo: depois de um longo período de hegemonia, Rafael Simões pode enfrentar uma derrota amarga nas urnas, ainda que de forma indireta. Não chega a ter a elegância de um Fla-Flu, mas é uma senhora reversão de expectativa. Talvez valha uma pipoca.

Sobre o autor: Adevanir Vaz é jornalista e editor do R24.
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