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Pouso Alegre terá movimento pelo ‘voto impresso e auditável’ neste domingo

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Apoiadores do presidente Bolsonaro prometem ir às ruas neste domingo em defesa do 'voto impresso e auditável' | Imagem: reprodução de redes sociais

Ato integra movimento convocado em diversas cidades do país por apoiadores de Jair Bolsonaro. Movimento pede ‘voto impresso e auditável’, como defende o presidente

Movimentos que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) marcaram para este domingo, 01, em Pouso Alegre, uma ‘carreata e motociata’ em defesa do que eles classificam como ‘voto impresso e auditável’.

A ação é parte de um esforço nacional de apoiadores do presidente e sua base governista mais fiel, que tentam dar corpo à reivindicação com convocação de atos em diversas cidades do país.

Em Pouso Alegre, o evento está marcado para as 9h30, com concentração em frente ao Estádio Municipal Irmão Gino Rossi, o Manduzão. De acordo com os organizadores da mobilização, as pautas do evento são: “voto impresso e auditável” e “garantia das nossas liberdades”.

Em um vídeo gravado em frente ao Manduzão, o deputado federal por Minas Cabo Junio Amaral (PSL) e o coordenador do grupo ‘Direita Minas’, Cristiano Caporezzo,  convocam seus correligionários para defender também o presidente. “Não vamos permitir jamais que transformem o Brasil em uma Cuba continental. Vamos defender o voto impresso e auditável e o nosso presidente Jair Bolsonaro”, conclama Caporezzo.

A citação do presidente não surge do acaso. A tentativa de realizar atos nacionais para mobilizar a base bolsonarista tem como pano de fundo um momento de fragilidade do governo federal, que precisou fazer até uma reforma ministerial a fim de consolidar seu apoio no Congresso em meio a pressões da CPI da Pandemia, no Senado, e à queda de popularidade do presidente nos últimos meses, apontada pelos principais institutos que medem a avaliação do governo.

Engrossa o caldo movimentos de rua, liderados por sindicatos, movimentos estudantis e insuflado pela oposição, que pedem o afastamento de Bolsonaro. Desde o final de maio, foram quatro atos nacionais. A mobilização bolsonarista é também uma forma de contrapor a iniciativa oposicionista.

Proposta tramita na Câmara dos Deputados

A proposta de inclusão da impressão do voto para conferência durante a votação na urna eletrônica tramita na Câmara dos Deputados na forma de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), mas sofreu reveses após um acordo de líderes partidários, que avaliaram ser necessário enviar uma mensagem de confiança no sistema eleitoral. Segundo eles, as urnas eletrônicas nos moldes atuais já são auditáveis.

Nos bastidores, porém, a avaliação dos líderes era a de que Bolsonaro tentaria usar a discussão, que já vem de alguns anos dentro de um debate rotineiro de aprimoramento do sistema de votação, para descreditar as eleições de 2022.

Na última quinta-feira, em sua live semanal nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro voltou ao tema mais uma vez. Dias antes, ele havia prometido que apresentaria provas de fraudes nas eleições.

Acompanhado do coronel da reserva do Exército, Eduardo Gomes da Silva – classificado por Bolsonaro como ‘analista de inteligência’, exibiu uma série de vídeos com denúncias de eleitores, casos investigados pela Polícia Federal e até uma simulação feita por um especialista em sistemas que demonstraria como as urnas eletrônicas poderiam ser fraudadas.

Apesar de admitir que não tinha provas, mas indícios, a transmissão de Bolsonaro funcionou também como convocação para os atos deste fim de semana, desenhando uma tentativa de reação do governo federal ao atual cenário político desfavorável.

Em seu perfil nas redes sociais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rebateu os apontamentos do presidente em tempo real.

Tire suas próprias conclusões:

> Aqui, a live do presidente Jair Bolsonaro sobre supostas fraudes nas eleições

> Aqui, as respostas do TSE

 

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Pouso Alegre terá ato contra o governo Bolsonaro neste sábado

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Ato contra o governo Bolsonaro em Pouso Alegre está marcado para as 9h30 deste sábado, em frente à Catedral | Foto: R24

Movimento pede afastamento do presidente Bolsonaro e reproduz ato nacional que deve ocorrer em pelo menos 300 cidades. Ato em Pouso Alegre terá arrecadação de alimentos e agasalho e distribuição de máscaras PFF2

Pouso Alegre terá na manhã deste sábado, 24, mais um ato contra o governo Bolsonaro (sem partido), o quarto desde o final de maio.

A mobilização é organizada por grupos estudantis e sindicatos de trabalhadores. Ela está marcada para as 9h30, na Praça Senador José Bento, em frente a Catedral.

O movimento integra o ato nacional previsto para ocorrer em ao menos três centenas de cidades do país. A principal pauta dos atos é o afastamento do presidente Bolsonaro, na esteira de uma série de denúncias de corrupção na compra de vacinas e negligência no enfrentamento à Covid-19.

As ações atribuídas ao governo federal durante a pandemia ganharam os holofotes com a CPI da Pandemia no Senado. A comissão parlamentar vem revelando diversos indícios de corrupção e má gestão da crise de saúde.

O pedido pelo impeachment do presidente é acompanhado do lema “vida, pão, vacina e educação”, pautas complementares do movimento.

De acordo com os organizadores, o ato também terá arrecadação de alimentos e agasalhos e contará com distribuição de máscaras PFF2. A orientação para quem vai participar da manifestação é ir de máscara e manter o distanciamento.

Entre os meses de maio e julho, Pouso Alegre registrou três atos contra o governo Bolsonaro | Foto: R24

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Petrobras reajusta gasolina em 6%, diesel em 3,7% e gás em 5,8%

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Condutores podem preparar os bolsos. Vem por aí mais um reajuste no preço dos combustíveis. A Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 05, o reajuste do preço do litro da gasolina de R$ 2,53 para R$ 2,69 e o do óleo diesel, de R$ 2,71 para R$ 2,81.

O reajuste percentual é portanto de 6% e 3,7%, respectivamente. Os novos valores passam a valer nesta terça-feira, 06.

O gás liquefeito (GLP) também vai ficar mais caro. Conforme a estatal. Às distribuidoras ele será vendido a R$ 3,60 por quilo, um aumento médio de R$ 0,20 (5,8%) por kg.

O aumento é um reflexo da alta do petróleo no mercado internacional. A commodity iniciou a semana negociado a quase US$ 76 em Londres.

Os maiores impactos se deram sobre o mercado futuro, aquele que negocia o valor projetado, depois que notícias deram conta de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) adiaram, pela segunda vez, a sua reunião ministerial.

 


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