® 2021 Rede Moinho 24 • Notícias de Pouso Alegre e região •

Brasil

Pacheco diz não ver crime de responsabilidade de Bolsonaro

Publicado

no dia

Rodrigo Pacheco (DEM-MG) disputa presidência do Senado com Simone Tebet (MDB-MS) - Imagem: Roque de Sá/Agência Senado

Político mineiro disputa com Simone Tebet a preferência dos deputados para a presidência do Senado e pode se tornar jogador importante em um possível processo de impeachment de Bolsonaro

O senador por Minas Gerais Rodrigo Pacheco (DEM) afirmou nesta quinta-feira, 21, em entrevista ao Uol que não vê crime de responsabilidade do governo Bolsonaro que “suscite a necessidade do pedido de impeachment”.

“Não consigo depreender desses fatos [gestão do governo durante a pandemia] um crime de responsabilidade que suscite a necessidade do pedido de impeachment”, disse o político ao portal de notícias na entrevista comandada pelos jornalistas Tales Faria e Natália Lazaro.

Pacheco é candidato à presidência do Senado e conta com apoios antagônicos para a disputa. Tanto o governo federal quanto parte da oposição apoiam formalmente sua candidatura.

Ele conta ainda com o apoio do atual presidente da Casa, David Alcolumbre (DEM-AP). Isso faz dele o favorito a vencer a disputa marcada para fevereiro.

Simone Tebet (MDB-MS) corre por fora na disputa, mas tem em seu partido o apoio da maior bancada do Senado.

Crise no Amazonas e atraso na vacinação recolocam impeachment à mesa

A crise da falta de oxigênio em Manaus e os sucessivos atrasos no cronograma de vacinação contra a Covid-19 fez as discussões em torno do impeachment retornar aos bastidores da política nacional. Mesmo os chamados partidos do Centrão deixaram de ver o impeachment como totalmente improvável, reportou esta semana o jornalista Igor Gielow, repórter especial da Folha de São Paulo.

Brasil

Confira o que falta para o novo auxílio emergencial ser pago e seu provável valor

Publicado

no dia

Novo auxílio emergencial está perto de ser aprovado no Congresso. Valores podem variar entre R$ 100 e R$ 360 e seriam pagos em 4 parcelas | Imagem: Agência Brasil

O Senado aprovou nesta quinta-feira, 04, em segundo turno, a PEC que abre caminho para a criação do novo Auxílio Emergencial. O texto, que agora segue para análise da Câmara dos Deputados, cria mecanismos de ajuste fiscal e estipula o valor total de R$ 44 bilhões para serem gastos com o pagamento do novo auxílio.

Se o texto for aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e sem alterações, ela retorna ao Senado para ser promulgada. Se tiver alteração, ela volta a ser apreciada pelo Senado. Terminado este processo ainda será preciso definir o valor do auxílio, o número de parcelas a serem pagos, o número e o perfil de brasileiros que terão direito ao benefício.

Qual será o valor do auxílio?

Caso o valor total a ser pago permaneça em R$ 44 bilhões, é muito provável que o valor do auxílio varie entre R$ 162 e 367, a depender do número de pessoas contempladas, o que pode variar entre 30 e 67 milhões de pessoas. Como já fica claro aqui, o valor a ser pago será bastante inferior ao do ano passado, quando R$ 288 bilhões foram pagos, em parcelas iniciais de R$ 600 e depois de R$ 300, a 67,9 milhões.

O governo federal já discutiu pagar quatro parcelas de R$ 250 a R$ 300. Agora, fala também na possibilidade de adotar valores variáveis. Para beneficiários que não tenham filhos ou dependentes, a equipe econômica defende parcelas mais baixas, com valores de R$ 125, R$ 150 ou R$ 175.

O patamar de R$ 150 atualmente é o mais provável. No caso das mulheres chefes de família, o pagamento pode ser de R$ 375 por mês. O valor seria 50% mais alto do que o benefício padrão.

Quantas parcelas serão pagas e quando?

O início dos pagamentos dependem da aprovação da PEC Emergencial no Congresso, mas o governo federal trabalha para que eles sejam feitos em quatro parcelas, de março a junho.

Quem terá direito?

Ainda não há informações sólidas a respeito. Mas já é possível afirmar que os critérios serão mais rígidos do que o ano passado, já que a ideia é que o novo auxílio seja pago para, no máximo, 40 milhões de pessoas, 27,9 milhões a menos do que em 2020.

Com agências

Continuar lendo

Brasil

Novo auxílio emergencial poderá ser pago a partir de março: 4 parcelas de R$ 250

Publicado

no dia

Novo auxílio emergencial de R$ 250 pode começar a ser pago em março | Imagem: Agência Senado

O governo federal e o Congresso estão prestes a chegar a um consenso quanto à volta do auxílio emergencial. O benefício pode ser pago a partir de março, em quatro parcelas de R$ 250.

O valor deve ser pago a todas as famílias que têm direito ao Bolsa-Família e a cerca de 11 milhões de informais, o público que estaria precisando da renda emergencial, segundo projeções do governo.

A nova leva de benefícios para ajudar as pessoas a enfrentarem a crise desencadeada pela pandemia de coronavírus deve ter um custo total de R$ 30 bilhões e virá acompanhada de medidas de ajustes fiscais.

O valor de R$ 250 seria o meio termo entre o que propõe os técnicos do Ministério da Economia (R$ 200) e o defendido por lideranças do Congresso (R$ 300)

Na saída de um almoço com o ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reafirmou a possibilidade das quatro parcelas:

“Nossa expectativa é de que possamos ter nos meses de março, abril, maio e, eventualmente, no quarto mês, de junho, o auxílio emergencial. Essa é a nossa expectativa, é nosso desejo”, projetou.

O mesmo foi repetido a jornalistas pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (11): “Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”.

De seu lado, Paulo Guedes acena para a aprovação de propostas de ajustes fiscais pelo congresso como contrapartida à liberação da nova rodada de auxílios: “Estamos todos na mesma luta: auxílio emergencial o mais rápido possível e as reformas, particularmente a do marco fiscal, que garante que vamos enfrentar essa guerra sem comprometer futuras gerações”, considerou.

PEC com cláusula de calamidade

Para aprovar o novo auxílio emergencial, o que a área econômica do governo Bolsonaro e o Congresso estão articulando é a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com uma cláusula de calamidade, que permitiria ao governo adotar medidas de cortes excepcionais, como a redução da jornada de trabalho de servidores e cortes de salários.

Continuar lendo

Brasil

Chamado de genocida, Bolsonaro diz a oposição: ‘nos encontramos em 2022’

Publicado

no dia

Bolsonaro e oposição se estranham em retomada dos trabalhos do Congresso Nacional | Imagem: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi vaiado, chamado de ‘genocida’ e ‘fascista’ pela oposição durante a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira, 03. Ele, então, desafiou seus opositores: “nos encontramos em 2022”.

Enquanto ouvia vaias e xingamentos da oposição, Bolsonaro era saldado como ‘mito’ por congressistas de sua base. Em seu terceiro ano de mandato, foi a primeira vez que Bolsonaro acompanhou a abertura dos trabalhos do Congresso. Provavelmente, por que, desta vez, seus aliados levaram a presidência da Câmara e Senado.

 

 

Continuar lendo

Mais lidas