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Novo auxílio emergencial poderá ser pago a partir de março: 4 parcelas de R$ 250

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Novo auxílio emergencial de R$ 250 pode começar a ser pago em março | Imagem: Agência Senado

O governo federal e o Congresso estão prestes a chegar a um consenso quanto à volta do auxílio emergencial. O benefício pode ser pago a partir de março, em quatro parcelas de R$ 250.

O valor deve ser pago a todas as famílias que têm direito ao Bolsa-Família e a cerca de 11 milhões de informais, o público que estaria precisando da renda emergencial, segundo projeções do governo.

A nova leva de benefícios para ajudar as pessoas a enfrentarem a crise desencadeada pela pandemia de coronavírus deve ter um custo total de R$ 30 bilhões e virá acompanhada de medidas de ajustes fiscais.

O valor de R$ 250 seria o meio termo entre o que propõe os técnicos do Ministério da Economia (R$ 200) e o defendido por lideranças do Congresso (R$ 300)

Na saída de um almoço com o ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reafirmou a possibilidade das quatro parcelas:

“Nossa expectativa é de que possamos ter nos meses de março, abril, maio e, eventualmente, no quarto mês, de junho, o auxílio emergencial. Essa é a nossa expectativa, é nosso desejo”, projetou.

O mesmo foi repetido a jornalistas pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (11): “Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”.

De seu lado, Paulo Guedes acena para a aprovação de propostas de ajustes fiscais pelo congresso como contrapartida à liberação da nova rodada de auxílios: “Estamos todos na mesma luta: auxílio emergencial o mais rápido possível e as reformas, particularmente a do marco fiscal, que garante que vamos enfrentar essa guerra sem comprometer futuras gerações”, considerou.

PEC com cláusula de calamidade

Para aprovar o novo auxílio emergencial, o que a área econômica do governo Bolsonaro e o Congresso estão articulando é a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com uma cláusula de calamidade, que permitiria ao governo adotar medidas de cortes excepcionais, como a redução da jornada de trabalho de servidores e cortes de salários.

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Chamado de genocida, Bolsonaro diz a oposição: ‘nos encontramos em 2022’

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Bolsonaro e oposição se estranham em retomada dos trabalhos do Congresso Nacional | Imagem: reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi vaiado, chamado de ‘genocida’ e ‘fascista’ pela oposição durante a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira, 03. Ele, então, desafiou seus opositores: “nos encontramos em 2022”.

Enquanto ouvia vaias e xingamentos da oposição, Bolsonaro era saldado como ‘mito’ por congressistas de sua base. Em seu terceiro ano de mandato, foi a primeira vez que Bolsonaro acompanhou a abertura dos trabalhos do Congresso. Provavelmente, por que, desta vez, seus aliados levaram a presidência da Câmara e Senado.

 

 

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Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado

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Pacheco durante a votação para a presidência do Senado | Foto: Agência Senado

Político mineiro derrotou Simone Tebet (MDB-MS) somando apoio do Planalto e da oposição

O senador por Minas Gerais Rodrigo Pacheco (DEM) é o novo presidente do Senado Federal. Ele passa a comandar a Casa depois de derrotar Simone Tebet (MDB-MS) numa disputa em que conseguiu reunir os apoios do Palácio do Planalto e da oposição. Costura que se tornou possível graças ao apoio de David Alcolumbre (DEM-AP), atual presidente do Senado.

Pacheco obteve 57 votos contra 21 de Tebet, se elegendo no primeiro turno. A a ampla coalizão formada pelo democrata fez com que ele confirmasse seu favoritismo.

O senador se elegeu pregando a independência do Senado e projetou um tripé que lhe serviria de base, a saber: saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico”.

Pacheco é o 8º político mineiro a comandar o Senado Federal. Ao assumir o comando da Casa, ele quebra um jejum de 44 anos, desde que, entre 1975 e 1976, Magalhães Pinto comandou a alta câmara do Congresso Nacional.

Senador nasceu em Porto Velho, mas foi criado em Minas

Rodrigo Paceco foi criado na cidade de Passos (MG), mas nasceu em Porto Velho (RO). Ainda jovem, se mudou para Belo Horizonte, onde cursou direito. Como advogado, se especializou na área criminal.

A caminhada até ao Senado passou por uma eleição para deputado em 2014 e uma tentativa frustrada de se eleger prefeito de Belo Horizonte em 2016.

De perfil discreto, bom articulador e de trânsito fácil noa bastidores é tido como uma das promessas da centro-direita na política mineira. Nos últimos anos, tem sido cogitado para concorrer ao governo de Minas, tarefa para a qual contaria com o apoio de Anastasia e outros caciques mineiros.

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Greve dos caminhoneiros: rodovias da região têm circulação normal, diz PRF

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Semana começa com risco de greve dos caminhoneiros | Foto: Arquivo/Thomaz Silva/Agência Brasil

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou na manhã desta segunda-feira, 01, que a movimentação nas rodovias federais do Sul de Minas segue normal.

Algumas entidades que representam os caminhoneiros anunciaram para hoje o início de uma paralisação da categoria por tempo indeterminado. Mas há grande divisão entre as entidades que representam os motoristas e a deflagração de uma greve abrangente como a que ocorreu em 2018 é considerada pouco provável.

Ao longo da última semana, diversas entidades se pronunciaram contra e a favor da paralisação. Ontem, um áudio que circulou no whatsapp, atribuído ao ministro de Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, aumentou a tensão em torno da greve.

A informação foi publicada primeiramente na coluna de Chico Alves, no Uol. Segundo ele, no áudio que circulou em grupos de whatsapp de caminhoneiros, o ministro disse que não atenderia nenhuma reivindicação da categoria e que caminhoneiros precisariam ‘desmamar do governo’.

Castelo Branco tem duas pistas bloqueadas

O primeiro registro do movimento dos caminhoneiros nesta segunda ocorreu na Rodovia Castelo Branco, onde duas pistas foram bloqueadas. O bloqueio começou por volta das 6h (de Brasília) no km 30, sentido capital.

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