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Chamado de genocida, Bolsonaro diz a oposição: ‘nos encontramos em 2022’

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi vaiado, chamado de ‘genocida’ e ‘fascista’ pela oposição durante a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira, 03. Ele, então, desafiou seus opositores: “nos encontramos em 2022”.

Enquanto ouvia vaias e xingamentos da oposição, Bolsonaro era saldado como ‘mito’ por congressistas de sua base. Em seu terceiro ano de mandato, foi a primeira vez que Bolsonaro acompanhou a abertura dos trabalhos do Congresso. Provavelmente, por que, desta vez, seus aliados levaram a presidência da Câmara e Senado.

 

 

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Confira o que falta para o novo auxílio emergencial ser pago e seu provável valor

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Novo auxílio emergencial está perto de ser aprovado no Congresso. Valores podem variar entre R$ 100 e R$ 360 e seriam pagos em 4 parcelas | Imagem: Agência Brasil

O Senado aprovou nesta quinta-feira, 04, em segundo turno, a PEC que abre caminho para a criação do novo Auxílio Emergencial. O texto, que agora segue para análise da Câmara dos Deputados, cria mecanismos de ajuste fiscal e estipula o valor total de R$ 44 bilhões para serem gastos com o pagamento do novo auxílio.

Se o texto for aprovado em dois turnos pela Câmara dos Deputados e sem alterações, ela retorna ao Senado para ser promulgada. Se tiver alteração, ela volta a ser apreciada pelo Senado. Terminado este processo ainda será preciso definir o valor do auxílio, o número de parcelas a serem pagos, o número e o perfil de brasileiros que terão direito ao benefício.

Qual será o valor do auxílio?

Caso o valor total a ser pago permaneça em R$ 44 bilhões, é muito provável que o valor do auxílio varie entre R$ 162 e 367, a depender do número de pessoas contempladas, o que pode variar entre 30 e 67 milhões de pessoas. Como já fica claro aqui, o valor a ser pago será bastante inferior ao do ano passado, quando R$ 288 bilhões foram pagos, em parcelas iniciais de R$ 600 e depois de R$ 300, a 67,9 milhões.

O governo federal já discutiu pagar quatro parcelas de R$ 250 a R$ 300. Agora, fala também na possibilidade de adotar valores variáveis. Para beneficiários que não tenham filhos ou dependentes, a equipe econômica defende parcelas mais baixas, com valores de R$ 125, R$ 150 ou R$ 175.

O patamar de R$ 150 atualmente é o mais provável. No caso das mulheres chefes de família, o pagamento pode ser de R$ 375 por mês. O valor seria 50% mais alto do que o benefício padrão.

Quantas parcelas serão pagas e quando?

O início dos pagamentos dependem da aprovação da PEC Emergencial no Congresso, mas o governo federal trabalha para que eles sejam feitos em quatro parcelas, de março a junho.

Quem terá direito?

Ainda não há informações sólidas a respeito. Mas já é possível afirmar que os critérios serão mais rígidos do que o ano passado, já que a ideia é que o novo auxílio seja pago para, no máximo, 40 milhões de pessoas, 27,9 milhões a menos do que em 2020.

Com agências

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Novo auxílio emergencial poderá ser pago a partir de março: 4 parcelas de R$ 250

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Novo auxílio emergencial de R$ 250 pode começar a ser pago em março | Imagem: Agência Senado

O governo federal e o Congresso estão prestes a chegar a um consenso quanto à volta do auxílio emergencial. O benefício pode ser pago a partir de março, em quatro parcelas de R$ 250.

O valor deve ser pago a todas as famílias que têm direito ao Bolsa-Família e a cerca de 11 milhões de informais, o público que estaria precisando da renda emergencial, segundo projeções do governo.

A nova leva de benefícios para ajudar as pessoas a enfrentarem a crise desencadeada pela pandemia de coronavírus deve ter um custo total de R$ 30 bilhões e virá acompanhada de medidas de ajustes fiscais.

O valor de R$ 250 seria o meio termo entre o que propõe os técnicos do Ministério da Economia (R$ 200) e o defendido por lideranças do Congresso (R$ 300)

Na saída de um almoço com o ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reafirmou a possibilidade das quatro parcelas:

“Nossa expectativa é de que possamos ter nos meses de março, abril, maio e, eventualmente, no quarto mês, de junho, o auxílio emergencial. Essa é a nossa expectativa, é nosso desejo”, projetou.

O mesmo foi repetido a jornalistas pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (11): “Está quase certo, ainda não sabemos o valor. Com toda certeza – pode não ser – a partir de março, (por) três, quatro meses”.

De seu lado, Paulo Guedes acena para a aprovação de propostas de ajustes fiscais pelo congresso como contrapartida à liberação da nova rodada de auxílios: “Estamos todos na mesma luta: auxílio emergencial o mais rápido possível e as reformas, particularmente a do marco fiscal, que garante que vamos enfrentar essa guerra sem comprometer futuras gerações”, considerou.

PEC com cláusula de calamidade

Para aprovar o novo auxílio emergencial, o que a área econômica do governo Bolsonaro e o Congresso estão articulando é a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com uma cláusula de calamidade, que permitiria ao governo adotar medidas de cortes excepcionais, como a redução da jornada de trabalho de servidores e cortes de salários.

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Rodrigo Pacheco é eleito presidente do Senado

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Pacheco durante a votação para a presidência do Senado | Foto: Agência Senado

Político mineiro derrotou Simone Tebet (MDB-MS) somando apoio do Planalto e da oposição

O senador por Minas Gerais Rodrigo Pacheco (DEM) é o novo presidente do Senado Federal. Ele passa a comandar a Casa depois de derrotar Simone Tebet (MDB-MS) numa disputa em que conseguiu reunir os apoios do Palácio do Planalto e da oposição. Costura que se tornou possível graças ao apoio de David Alcolumbre (DEM-AP), atual presidente do Senado.

Pacheco obteve 57 votos contra 21 de Tebet, se elegendo no primeiro turno. A a ampla coalizão formada pelo democrata fez com que ele confirmasse seu favoritismo.

O senador se elegeu pregando a independência do Senado e projetou um tripé que lhe serviria de base, a saber: saúde pública, desenvolvimento social e crescimento econômico”.

Pacheco é o 8º político mineiro a comandar o Senado Federal. Ao assumir o comando da Casa, ele quebra um jejum de 44 anos, desde que, entre 1975 e 1976, Magalhães Pinto comandou a alta câmara do Congresso Nacional.

Senador nasceu em Porto Velho, mas foi criado em Minas

Rodrigo Paceco foi criado na cidade de Passos (MG), mas nasceu em Porto Velho (RO). Ainda jovem, se mudou para Belo Horizonte, onde cursou direito. Como advogado, se especializou na área criminal.

A caminhada até ao Senado passou por uma eleição para deputado em 2014 e uma tentativa frustrada de se eleger prefeito de Belo Horizonte em 2016.

De perfil discreto, bom articulador e de trânsito fácil noa bastidores é tido como uma das promessas da centro-direita na política mineira. Nos últimos anos, tem sido cogitado para concorrer ao governo de Minas, tarefa para a qual contaria com o apoio de Anastasia e outros caciques mineiros.

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