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Brasil

Brasil não tem doses suficientes para 1ª etapa da vacinação contra Covid-19

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Brasil ainda precisa de outras 20 milhões de dose para primeira etapa de vacinação contra a Covid-19

O Brasil ainda está longe de conseguir as doses necessárias para a primeira etapa de vacinação. Para tanto, seriam necessárias ao menos 29,6 milhões de doses, necessárias para vacinar, em duas etapas, os 14,8 milhões de brasileiros incluídos nos grupos prioritários. Mas, até o momento, o país possui apenas 10,8 milhões delas.

O levantamento foi realizado pelo Uol. O site lembra que os 10,8 milhões de vacinas do país correspondem a 6 milhões de doses distribuídas entre os estados somadas aos 4,8 milhões já produzidos e que aguardam aprovação para uso emergencial por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A quantia de doses hoje disponível imuniza apenas 5,4 milhões de brasileiros, o equivalente a cerca de 2,5% da população do país.

Os grupos definidos como prioritários no Plano Nacional de Vacinação são os seguintes:

  • Profissionais de saúde;
  • Idosos com 75 anos ou mais;
  • Pessoas acima de 60 anos que vivem em casas de repouso e asilos;
  • População indígena aldeada em terras demarcadas;
  • Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Desafios para produção da vacina no país

O Instituto Butantan, apto a produzir a Coronavac em parceria com o laboratório chinês Sinovac, aguarda o envio de insumos da China para retomar a produção, paralisada desde o último domingo.

Situação semelhante é vivida pelo Instituto Oswaldo Cruz, que aguarda insumos para dar início à produção da vacina AstraZeneca/Oxford.

A escassez de insumos para atender o mercado global, ávido pela vacina, e as tensões diplomáticas geradas pelo governo Brasileiro com a China são os maiores entraves para sanar a crise.

Criticado pela política externa que teria gerado isolamento do Brasil no cenário internacional e estremecido as relações com a China, o presidente Jair Bolsonaro tenta, nesta quinta-feira, 21, falar com o presidente Xi Jinping, a fim de acelerar a liberação de insumos pelo país asiático.

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Brasil

Movimento pede ‘fora Bolsonaro’ e mais vacinas contra Covid-19

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Ato contra Bolsonaro em Pouso Alegre tem maioria de jovens presentes | Foto: R24

A manifestação ocorreu na Praça Senador José Bento, reproduzindo um movimento que ocorreu em cidades de 24 estados e do Distrito Federal

Um movimento, organizado por sindicatos, movimentos estudantis e coletivos, realizou na manhã deste sábado, 29, em Pouso Alegre, um ato pedindo mais vacinas contra a Covid-19 e a saída do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A manifestação ocorreu na Praça Senador José Bento, reproduzindo um movimento que ocorreu em cidades de 24 estados e do Distrito Federal.

A ideia desses atos era organizar o protesto adotando medidas de distanciamento, uso de máscara e álcool gel, já que a crítica à condução ‘negacionista’ do governo federal é uma das palavras de ordem dos manifestantes.

Manifestante se veste de ‘morte’ em ato contra Bolsonaro | Foto: R24

Não por acaso, nos dias que antecederam as manifestações pelo país, houve cisões entre grupos que que defendem o ‘Fora Bolsonaro’. Muitos ponderaram que as manifestações, inevitavelmente, provocariam aglomeração em meio à pandemia, gerando uma óbvia contradição.

Apesar disso, os movimento contou com bom número de participantes ao redor do país. Em Pouso Alegre, para justificar a aglomeração, uma das falas mais ouvidas foi: “Bolsonato é pior do que o vírus”.

Ainda assim, organizadores insistiram, durante todo o protesto, para que os presentes mantivessem o distanciamento e o uso de máscaras, artigo obrigatório no ato.

O R24 acompanhou um trecho da manifestação, confira:


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Brasil

Siga ao vivo: ex-ministro Nelson Teich depõe na CPI da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia ouve o ex-ministro da Saúde Nelson Teich. Ele é o segundo convocado a depor na CPI.

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Brasil

Siga ao vivo: ex-ministro Mandetta é ouvido na CPI da Pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia ouve o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Ele é o primeiro convocado a depor na CPI.

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